Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Murmúrios...
Ah! Vida curta, atroz...
Tempo de dor que dilacera os sonhos
Murmúrios de momento efêmero...
Canções das almas perdidas...
que partiram sob a sombra da lua...
Mergulhando neste mar de estrelas...
No silêncio que só a alma escuta... Doídos versos
nesta solidão chamada saudade...
É tudo o que restou dos meus e teus devaneios de amor!
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Desvario...
Contemplava o mar em tarde cinzenta
Escutava sons quais melodias tristes de pranto...
Morrendo de imensas saudades desta paixão
Em desvario...
O eco do meu clamor te segue ainda que eu esteja ausente...
Não tenho medo dos caminhos a percorrer...
Nem dos ventos... Eles já me reconhecem...
- pois faz
tempo os atravessei -
Guardei-te nos meus sonhos com acalanto, qual guardasse a
alma tua...
Sabendo, que posso encontrar-te num mirar apenas...
É triste quando o amor se torna tão somente uma lembrança!
.
O brilho do sol agora distante... Muito longe!
Despedaçando o encanto dos anseios
Deste amor que de tão grande...
Perdeu-se nos meus sonhos entre as brumas...
Deixando o meu coração vazio!
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Mas...Calo-me!
Sinto o aroma da nostalgia...
São saudades tuas
e a tua ausência não me deixa escrever os versos...
e a tua ausência não me deixa escrever os versos...
Do meu poema de amor inacabado...
A quietude do teu silêncio me traz o pranto!
Deixo o meu grito de dor ao som do vento
Num murmúrio de voz que te envolve em aromas
de flores e de ternuras...
E a minha voz te segue a
distancia... Sussurrando-te
Que era somente na espera de ti que viajei nos astros...
Mas... Calo-me!
Aspirava ao mar, às ondas, as gaivotas, as conchas,
A vontade de estar contigo, a tua fragrância que
ainda guardo.
Tatuado em minha pele.
Mergulho num mundo onde os sentires se movem
Ao sabor da brisa... Que passa de mansinho...
Ah! Como é difícil ficar sem teus beijos...
É o desvario
Sabor há tanto tempo esquecido...
Celina Vasques
terça-feira, 31 de julho de 2012
Tormentas...
Tormentas...
Minha
vida perdeu-se por completo
E tu
jamais te importaste em ver esta
Paixão pungente
que tenho dentro
Do
coração partido!
Ah!
Jamais prestaste atenção quando
Escrevia-te
poemas de amor falando-te
Das
minhas dores... Da minha alma
Que reclamava
em prantos, por teu amor...
Por teu
carinho...
Rejeitaste
os meus abraços,
deixaste que rolassem por terra...
Os meus
sonhos... E acalantos de ti!
Hoje, longe,
além das estrelas,
Viajando
por estradas.
Que não
têm volta... Onde sombrias nuvens
Tormentas
que me arrebatam
O derradeiro anseio,
Flagelando-me
a dor...
E quanto mais a escuridão
Cobre minhas
trilhas e me aparta da vida
Mais
distante estou dos dias claros onde com certeza
Teria minha alma liberta!
Celina Vasques
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Esperança...
Ah! Esta sensação de saudade
Que me invade a alma... Mergulhada nesse oceano de
desilusões
Onde meus desejos mais profundos afogaram-se
Nas tormentas... Deste mar agitado chamado paixão!
Meus devaneios subiram às nuvens
Buscando o silencio e
a quietação
Na espera de transportar-me
para a eternidade
E neste efêmero momento enxerguei flores de todas
As cores nos precipícios profundos...
Um mágico fluir de plenitude e serenidade...a esperança
de novos dias...
quem sabe, talvez...
quem sabe, talvez...
Ainda que este amor magoado
tenha naufragado nas águas
tenha naufragado nas águas
Da ingratidão!
celina vasques
celina vasques
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Infindo sofrer!
Meus olhos fitaram além do horizonte
Como nunca antes aconteceu
- Infindo sofrer-
- Infindo sofrer-
E o peso do mundo espalhou-se sobre mim...
Minha vida perdeu-se por completo
Tentando num soluço triste esquecer o sofrimento
De minha existência angustiante...
Minha essência afogou-se no mar
precipitando-se nos
oceanos...
Onde abismos abriram-se
sob meus pés calejados...
Buscando no silêncio
Nebulosos sentimentos de saudades
- de tempos que eu cria Felizes -
Mergulhados nas desilusões do
meu ser profundo!
celina vasques
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Nascer...
Dias foram passando... E no mais oculto do meu ser
Meus sonhos transpunham a natureza viajando
Por montes... Vales... Selvas... Estradas sem fim...
Aventurando-me em vão fazendo de meus desejos
Mais ardentes pétalas flutuando quais plumas
Volitando soltas e numa liberdade total, nunca antes.
Acontecida...
Um êxtase... Num mágico fluir de um mundo poético!
celina vasques
celina vasques
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Lembro-me de ti!
Os anos vêm passando, mas eu ainda te sou fiel...
E a tudo que te prometi!
Lembro-me dos nossos dias a todo instante
Hoje, amanhã, sempre...
Entendi que amar é importante para
Que sejamos completos...
Pensar em ti me dá orgasmos de felicidade
Quero te ver!
Para lembrar quanta ternura,
dos momentos inesquecíveis
que vivemos...
A vida é um encontro de outras vidas passadas
E eu tive este
encontro contigo...
Uma narrativa de amor descontinuada...
Sinto o vento neste dia lindo de verão...
Relembro este amor que perdi e gira em torno de mim
Qual a brisa a murmurar...
Sussurrar... Em meus ouvidos teu nome amado...
E destrói todos os meus caminhos
E destrói todos os meus caminhos
Faz-me adormecer de paixão... Sem despertar a razão...
Aprisiona o meu coração e o abandona a própria sorte
E assim segui em frente... Seguindo o vento...
Sem temores e dores...
E hoje restam apenas lembranças... Fugazes!
celina vasques
domingo, 24 de junho de 2012
Águas mornas...das minhas mágoas...
Quedei meu corpo nu, em harmonia perfeita
Silenciei o brado do lamento de meu oculto soluço...
Afundei neste mar de contradições
Desabou sobre mim o tempo.
Escutei meu coração e sonhei... Sonhos fantasiosos
Derramei nas águas todas as minhas mágoas
Apagaram-se todas as mensagens
de meus versos onde eu escrevia esta dor esquecida...
Plantei sentimentos... Colhi devaneios
Fecho os olhos e vejo desenganos
Lembranças de uma viagem chamada solidão!
Às vezes choro só
Sentindo em minha pele as águas mornas
De uma maré cheia...
Ali morrem todas as minhas angústias... Na areia!
E assim, escureceu lá se foi o dia.
O nevoeiro envolveu tudo num véu de nostalgia
celina vasques
segunda-feira, 18 de junho de 2012
refletindo...
“Hoje eu despertei refletindo no que aconteceu”...
“O mais estranho é que nas minhas lembranças
“Apagou-se o que um dia pensei ser meu grande amor”,
quarta-feira, 13 de junho de 2012
"IMPOSSIVEL VIVER SEM TEU AMOR"
"IMPOSSIVEL VIVER SEM TEU AMOR"
Não compreendi...
Tu estavas ali
eu e tu juntos...apaixonados
Pensei que era para sempre...
Jamais poderia saber
Que apenas o sentimento atravessaria fronteiras,
tempo, o infinito...
cantarolavas aquela canção e de repente lágrimas
desceram de meus olhos ...nao sei porquê...
um aperto no coração...num adágio, talvez...
e eu durante toda a estrada da vida perguntei-me
por que aquela melodia tocou-me tanto...
falava de algo que jamais poderia acontecer
o sol jamais poderia sair do céu..
e o oceano deixar de atingir o litoral....
Assim como era
Impossível viver sem o nosso amor...
Só que ao invés disso tu te afastaste ...
e eu jamais te esqueci
E para mim, foi simplesmente
Impossível viver sem teu amor!
Não compreendi...
Tu estavas ali
eu e tu juntos...apaixonados
Pensei que era para sempre...
Jamais poderia saber
Que apenas o sentimento atravessaria fronteiras,
tempo, o infinito...
cantarolavas aquela canção e de repente lágrimas
desceram de meus olhos ...nao sei porquê...
um aperto no coração...num adágio, talvez...
e eu durante toda a estrada da vida perguntei-me
por que aquela melodia tocou-me tanto...
falava de algo que jamais poderia acontecer
o sol jamais poderia sair do céu..
e o oceano deixar de atingir o litoral....
Assim como era
Impossível viver sem o nosso amor...
Só que ao invés disso tu te afastaste ...
e eu jamais te esqueci
E para mim, foi simplesmente
Impossível viver sem teu amor!
sexta-feira, 8 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
volte pra mim...
Doces
anoiteceres escutam esta meiga melodia
Num encanto delicado e sereno e em suaves
sussurros...
no
silêncio deste imenso e lindo jardim...
Mil
versos escritos com meu pranto...
São
lágrimas de solidão... De um poeta que sofre
Por esta distância...
Deixo na brisa
A minha
suplica de amor:
Volte “pra mim”!
domingo, 27 de maio de 2012
Por amor...
Enquanto adormecias aprisionei a brisa,
calei os sons da noite escura e silenciei os violeiros
para que a quietude embalasse teu sono.
Esta passagem para o desconhecido
um caminho vazio...
Somente de silencio e solidão!
Esta passagem para o desconhecido
um caminho vazio...
Somente de silencio e solidão!
Esta dor que comprime meu peito
e muda o curso da minha errante alma...
O orvalho que molha meu corpo...
O orvalho que molha meu corpo...
Nele roubei a harmonia da brisa...
Nas trevas bradei pelo brilho das estrelas...
Nas trevas bradei pelo brilho das estrelas...
Minhas lágrimas escondidas no canto
dos olhos são águas que ficaram retidas num véu de pranto...
por amor e em silencioso lamento!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Tua digital...
Ainda que nunca tenha tocado o teu corpo
Guardo tua digital, porque
Toquei tua alma!
Sou a brisa suave que toca teus cabelos
O sussurro eterno e fugaz que beija teu rosto e te enche de ilusões...
Sou aquela gaivota solitária voando
Derramando sonhos qual fossem pétalas de rosas em alto mar.
as tuas mais loucas fantasias.
Os teus delírios...
Sou o sangue que corre nas tuas veias...
o grito de amor preso nas tuas entranhas...
o teu passado, o teu presente e o silencio do tempo!
A alvorada que te banha orvalhando
a tua pele... macia...
O afago que não me deste
O gemido de amor que não tiveste...
O poema que tatuei em meu coração...
Pensando em ti!
Celina Vasques
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