terça-feira, 31 de julho de 2012

Tormentas...




Tormentas...

Minha vida perdeu-se por completo
E tu jamais te importaste em ver esta
Paixão pungente que tenho dentro
Do coração partido!

Ah! Jamais prestaste atenção quando
Escrevia-te poemas de amor falando-te
Das minhas dores... Da minha alma
Que reclamava em prantos, por teu amor...
Por teu carinho...

Rejeitaste os meus abraços,
deixaste que rolassem por terra...
Os meus sonhos... E acalantos de ti!

Hoje, longe, além das estrelas,
Viajando por estradas.
Que não têm volta... Onde sombrias nuvens
Tormentas que me arrebatam
 O derradeiro anseio,
Flagelando-me a dor...

 E quanto mais a escuridão
Cobre minhas trilhas e me aparta da vida
Mais distante estou dos dias claros onde com certeza
 Teria minha alma liberta!


Celina Vasques

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Esperança...


Ah! Esta sensação de saudade
Que me invade a alma... Mergulhada nesse oceano de desilusões
Onde meus desejos mais profundos afogaram-se
Nas tormentas... Deste mar agitado chamado paixão!

Meus devaneios subiram às nuvens
 Buscando o silencio e a quietação
 Na espera de transportar-me para a eternidade
E neste efêmero momento enxerguei flores de todas
As cores nos precipícios profundos...

Um mágico fluir de plenitude e serenidade...a esperança
de novos dias...
quem sabe, talvez...
Ainda que este amor magoado
tenha naufragado nas águas
Da ingratidão!

celina vasques

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Infindo sofrer!


Meus olhos fitaram além do horizonte
Como nunca antes aconteceu
   - Infindo sofrer-
E o peso do mundo espalhou-se sobre mim...
Minha vida perdeu-se por completo
Tentando num soluço triste esquecer o sofrimento
De minha existência angustiante...
Minha essência afogou-se no mar
 precipitando-se nos oceanos...
Onde abismos abriram-se
 sob meus pés calejados...
Buscando no silêncio
Nebulosos sentimentos de saudades
   -  de tempos que eu cria Felizes -
Mergulhados nas desilusões do 
meu ser profundo!

celina vasques

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Nascer...




Dias foram passando... E no mais oculto do meu ser
Meus sonhos transpunham a natureza viajando
Por montes... Vales... Selvas... Estradas sem fim...
Aventurando-me em vão fazendo de meus desejos
Mais ardentes pétalas flutuando quais plumas
Volitando soltas e numa liberdade total, nunca antes.
Acontecida... 
Um êxtase... Num mágico fluir de um mundo poético!

celina vasques

terça-feira, 24 de julho de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Lembro-me de ti!


Os anos vêm passando, mas eu ainda te sou fiel...
E a tudo que te prometi!
Lembro-me dos nossos dias a todo instante
Hoje, amanhã, sempre...
Entendi que amar é importante para
 Que sejamos completos...

Pensar em ti me dá orgasmos de felicidade
Quero te ver!
Para lembrar quanta ternura, 
dos momentos inesquecíveis que vivemos...
A vida é um encontro de outras vidas passadas
 E eu tive este encontro contigo...
Uma narrativa de amor descontinuada... 

Sinto o vento neste dia lindo de verão...
Relembro este amor que perdi e gira em torno de mim
Qual a brisa a murmurar...
Sussurrar... Em meus ouvidos teu nome amado...

 E destrói todos os meus caminhos
Faz-me adormecer de paixão... Sem despertar a razão...
Aprisiona o meu coração e o abandona a própria sorte

E assim segui em frente... Seguindo o vento...
Sem temores e dores...
E hoje restam apenas lembranças... Fugazes!

celina vasques





domingo, 24 de junho de 2012

Águas mornas...das minhas mágoas...




Quedei meu corpo nu, em harmonia perfeita
Silenciei o brado do lamento de meu oculto soluço...
Afundei neste mar de contradições
Desabou sobre mim o tempo.

Escutei meu coração e sonhei... Sonhos fantasiosos

Derramei nas águas todas as minhas mágoas
Apagaram-se todas as mensagens
de meus versos onde eu escrevia esta dor esquecida...

Plantei sentimentos... Colhi devaneios
Fecho os olhos e vejo desenganos
Lembranças de uma viagem chamada solidão!

Às vezes choro só

Sentindo em minha pele as águas mornas
De uma maré cheia...
Ali morrem todas as minhas angústias... Na areia!


E assim, escureceu lá se foi o dia. 

O nevoeiro envolveu tudo num véu de nostalgia

celina vasques

segunda-feira, 18 de junho de 2012

refletindo...




Hoje eu despertei refletindo no que aconteceu”...

“O mais estranho é que nas minhas lembranças

“Apagou-se o que um dia pensei ser meu grande amor”,

quarta-feira, 13 de junho de 2012

"IMPOSSIVEL VIVER SEM TEU AMOR"

"IMPOSSIVEL VIVER SEM TEU AMOR"


  

Não compreendi...

Tu estavas ali

eu e tu juntos...apaixonados

Pensei que era para sempre...

Jamais poderia saber

Que apenas o sentimento atravessaria fronteiras,

tempo, o infinito...

cantarolavas aquela canção e de repente lágrimas

desceram de meus olhos ...nao sei porquê...

um aperto no coração...num adágio, talvez...

e eu durante toda a estrada da vida perguntei-me

por que aquela melodia tocou-me tanto...

falava de algo que jamais poderia acontecer

o sol jamais poderia sair do céu..

e o oceano deixar de atingir o litoral....


Assim como era

Impossível viver sem o nosso amor...

 

Só que ao invés disso tu te afastaste ...


e eu jamais te esqueci

E para mim, foi simplesmente

Impossível viver sem teu amor!

sexta-feira, 8 de junho de 2012




Afinal, o que procuro?

Se eu pudesse desenhar o destino

Numa estrela maior

Apagar os dias tristes desta louca saudade

quando meu olhar se perde na chuva que cai ...


... ao som deste silêncio que me tortura e sopra


 suas notas de nostalgia

e vai vagarosamente eliminando os meus sonhos.


celina vasques


sábado, 2 de junho de 2012

volte pra mim...



Doces anoiteceres escutam esta meiga melodia
 Num encanto delicado e sereno e em suaves sussurros...
no silêncio deste imenso e lindo jardim...
Mil versos escritos com meu pranto... 
São lágrimas de solidão... De um poeta que sofre
Por esta distância... 
Deixo na brisa
A minha suplica de amor:
 Volte “pra mim”!







domingo, 27 de maio de 2012

Por amor...






Enquanto adormecias aprisionei a brisa,
 calei os sons da noite escura e silenciei os violeiros 
para que a quietude embalasse teu sono.

Esta passagem para o desconhecido
um caminho vazio...
Somente de silencio e solidão!


Esta dor que comprime meu peito
 e muda o curso da minha errante alma...
O orvalho que molha meu corpo... 
Nele roubei a harmonia da brisa...

Nas trevas bradei pelo brilho das estrelas... 
Minhas lágrimas escondidas no canto 
dos olhos são águas que ficaram retidas num véu de pranto...
por amor e em silencioso lamento!

celina vasques










quarta-feira, 23 de maio de 2012

Tua digital...





Ainda que nunca tenha tocado o teu corpo
Guardo tua digital, porque
Toquei tua alma!

Sou a brisa suave que toca teus cabelos
O sussurro eterno e fugaz que beija teu rosto e te enche de ilusões...

Sou aquela gaivota solitária voando

Derramando sonhos qual fossem pétalas de rosas em alto mar.
as tuas mais loucas fantasias.
Os teus delírios... 

 
Sou o sangue que corre nas tuas veias...
o grito de amor preso nas tuas entranhas...
o teu passado, o teu presente e o silencio do tempo!

A alvorada que te banha orvalhando

a tua pele... macia...
O afago que não me deste
O gemido de amor que não tiveste...
O poema que tatuei em meu coração...
Pensando em ti!

Celina Vasques


100 melhores da poesia brasileira!

com muita honra eu também estou aqui!
celina vasques

segunda-feira, 21 de maio de 2012

paixão perfeita...





Um casebre em frente ao mar...
Canções ao vento a assoviar...
Teu corpo a me encantar
E nas noites desfrutar
 Ah! Tua presença delirante... Arrepia-me
 intensamente
E a paixão é perfeita... Inebriante
Toda a minha vida contigo neste paraíso...
 Debaixo do luar... Brilhante... Sedução!

Amo-te qual amo a vida e o aroma das flores 
Que exala nos entardeceres
 Na varanda da minha paixão...