Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )
domingo, 27 de julho de 2014
Meu canto de pássaro...
Não se cansa em mim este encanto infindo,
Não haverá em mim nenhum momento em que não
Estejas em meu pensamento...
Tranquilos são os dias da minha longa espera
Contemplo o infinito... E vejo minha paixão cristalina...
Tudo é possível quando existe Amor...
Será a poesia
a ultima caminhada perto do céu?
Palato qual papel de seda azul, com suas nuvens de algodão
Brancas e puras... à luz das manhãs
Deste horizonte distante...
Ouvirás o som de minhas palavras melodiosas de brados e cores,
Canto de pássaros... Apaixonados...
Que gorjeiam por ti...?!
Celina Vasques II
terça-feira, 22 de julho de 2014
Faltam-me palavras...
E assim, revolto-me com este mundo fascinante...
Ás vezes Danoso… e escrevo versos... De dor!
E neste silencio
Na minha memória repasso dias passados...
Caminhadas em estradas tortuosas e que tardei a achar o caminho...
Ás vezes Danoso… e escrevo versos... De dor!
E neste silencio
Na minha memória repasso dias passados...
Caminhadas em estradas tortuosas e que tardei a achar o caminho...
Existe sempre um tempo para marcar o caminhar!
Mas apesar das feridas que trago nos pés... Na alma e no peito...
Ainda vislumbro a beleza do mar...
Meu olhar parado delira observando as ondas que se quebram violentamente...
E o tempo passa lentamente...
E a neblina é densa e espessa... A fúria do mar assemelha-se a uma angústia...
- A que trago no peito –
Assim, espero por um novo amanhecer... Mas faltam-me palavras...
Mas apesar das feridas que trago nos pés... Na alma e no peito...
Ainda vislumbro a beleza do mar...
Meu olhar parado delira observando as ondas que se quebram violentamente...
E o tempo passa lentamente...
E a neblina é densa e espessa... A fúria do mar assemelha-se a uma angústia...
- A que trago no peito –
Assim, espero por um novo amanhecer... Mas faltam-me palavras...
Encanto para reinventar outra história... A minha!
Mas lembrarei de que as manhãs despertam com a luz fugidia...
Mas lembrarei de que as manhãs despertam com a luz fugidia...
Que soltam lamentos...
E eu a desperto e descalço vou no rumo da brisa...
E eu a desperto e descalço vou no rumo da brisa...
Quem sabe assim me embriago com os versos que o vento levou...
celina vasques
celina vasques
sábado, 19 de julho de 2014
Minutei palavras...
De melancolia e tristeza
deixei a chuva escorregar no silêncio
Volvendo os meus segredos onde vive a dor
Inventei jardins de encantamento e ventos
Escrevi um livro para te falar de amor...nele contei
nossas travessuras nas noites de paixão...
Embaladas ao som das canções...
Subi montanhas azuis fantasiadas pela loucura
imensa ...funda e impenetrável em noites quentes de verão...
E escrevo teu nome
Onde as trevas soltam faíscas gigantes feitas
de sombra escura
Mas meus olhos
- que já são teus-
iluminam os caminhos onde passei...
com meus pés nus...
celina vasques
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Não me mandes embora agora...
Ah, como posso partir?
Se sempre nos amamos como dois loucos...
Imolados em louca paixão!
Quero-te tanto... Não posso partir...
Tento libertar-me, mas não consigo...
Se todos os meus sonhos
Começaram no dia em que te conheci?
Lembras-te
De nós nas travessuras das noites eternas
Como num pacto
Envenenando a minha alma
meu sangue agora vive em tuas veias...
Fusão de todas as forças
A minha a tua...
Dormiste o meu sono
Levaste de mim os meus sonhos...
Reinventaste-me
Silenciosa... Perene... Frequente...
Como posso partir?
Se te dei meus olhos...
Agora só vejo o mundo através de ti!
Celina Vasques
FUGIU A LUA...
Manhã de gotas de chuva brilhando
A noite que passou trouxe-me sonhos
Antigos... E no silêncio, sem brisa, sem ventos.
Sem mar, marulhar de ondas...
Apenas a pequenez de meu quarto
sem brumas... Não consigo resistir
À voz do silencio
Olho a janela novamente a manhã surgiu
Fugiu a lua... Ficaram somente as saudades tuas...
Nada trouxe do negrume da noite que me afligiu...
Celina Vasques
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Noite de Tempestade..
Amordacei um grito no fundo da alma
Eu e o vento somos magias que habitam o mar
Em noites de tempestades...
Escuto o ranger de trovões e relâmpagos...
Nas vidraças de meu quarto... e vejo folhas e flores rompendo
A copa das arvores e a espalhar-se
Pelo chão...
...e num rodopiar de versos esvoaçados
Reescrevo em paginas hipotéticas, versos.angustiosos
Sem nexo...... Aconchegada aos meus travesseiros...
Então adormeço...com medo...
Penso em bússolas....águas...em paixões perdidas...
Mares revoltos... Ondas que se quebram nas pedras...
Lá fora a tormenta... Aqui dentro a calmaria...
Em murmúrios fulgentes...
Desnudo-me das sombras da noite...
E me visto de cintilantes céus...
E ao submergir na vastidão de sentimentos
Espero que amanheça e que
no horizonte distante... Brilhe novamente o sol!
celina vasques
sábado, 12 de julho de 2014
SUBLIME SENTIR...
A noite vem chegando...
anseio a calma e escrevo uma doce poesia
Saberás que há muito mais porque amar
É uma eterna espera...
- A Tua -
Se te amar é morrer a cada dia... Eu bebo o meu silencio
Sob o céu de nuvens brancas...e eu sinto a dor desta saudade...
E volto a flutuar nesta brisa azul... E amo e estou emocionada!
Nas alegrias que um dia tivemos e as memórias do que fomos
- Será que ainda somos? -
Em mim ainda existe a fascinação... E tua imagem
Ainda está no meu pensamento...
Amo-te e a felicidade sinto que ainda me pertence...
E eu a sinto quando
Vejo os teus verdes olhos a fitar os meus... No gesto lento
De acordar o silêncio!
celina vasques
terça-feira, 8 de julho de 2014
A noite vai esplêndida...
...ao longe a vista céu de estrelas...
Praia... Mar. nada se vê...
Apenas o cheiro de chuva brisa de jasmim...
Há dessa imagem... o silêncio de mim...somente o
marulhar das ondas..
Qual voz que faz estremecer e que apaixona...,
Absorta e saudosa na minha varanda...
Pergunto-me: "Por que sofres? O que é essa dor desconhecida?"
E eu melancolicamente suspiro!
Queria que pensasses em mim...No júbilo selvagem
De uma noite assim...ardente...
Gostaria de ter naquele momento teu sorriso
Embriagado de amor e desvairado....a falar-me palavras de amor...
Na madrugada...
celina vasques
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Nos teus braços...Ó Mar!
Quero perder-me na vastidão
De teus braços no marulhar de tuas ondas
Ó Mar...
Deixa-me sentir a fragrância de tuas salinas águas...
Quero abraçar-te e ao som de melodias hipotéticas...
gemer qual eu fosse um pássaro... Que sonha com a imensidão de ti...
Voar sobre tuas verdes águas...
abandonar-me à fúria do vento!
Voo até que minha asa se feche... Cansada!
Até que o vento leve-me para o mais belo dos meus sonhos...
Levitando e enchendo minha alma do mais doce poema...
...e pertinho deste céu...cantarei as músicas dos anjos
e dos pássaros...num coral transcendental...
neste horizonte longínquo
Num eco harmônico de clamores matizes...
Depois voltar aos teus braços... Ó mar!
celina vasques
Uma grande melancolia...
Há sentimentos perdidos na minha vida
ah! Juventude dourada... Onde estás agora?
No meu coração guardo mil lembranças
- um tesouro –
Há essências que se consomem na carência
Nublou a recordação nos meus olhos
Sento-me neste banco de praça...lágrimas escorrem
enquanto uma música distante dá seus últimos acordes....
sem rumo...um perfume vem com a brisa...
Na vida há pessoas que mesmo além ...
Estão sempre dentro de nossas vidas...
São tantos os sonhos ...que de tão imensos explodem...
Deixando apenas saudades....no êxodo de meus sentires
Nos umbrais de minha solidão...
As minhas raízes...este tempo que não esqueço...
...passou...será que morreu?
E prendo ao meu peito...ressoando ao tempo
De sentimento que foi sempre a minha vida
Nunca parti sem nenhuma lembrança ...sempre lembro...
De todos os anos que vivi....vivemos....
Sopram ventos de melancolia...
Memórias que não terão fim...
Vejo agora a mudez das neblinas
Não voam anjos pelas canções trazidas pelo vento...
Pensei virar as costas ao momento e ao fascínio
E aí houve inexplicavelmente o alvorecer dos meus versos
Busquei na memória estradas esquecidas
Mas há expressões que nos aprisionam à realidade
O orvalho das manhãs é poesia de água
perdidas águas...
Celina Vasques II
quinta-feira, 3 de julho de 2014
E o vento sorriu...!
Poeta, por que salivas metáforas?
O mistério é uma flor que lamenta...
Neste amargo momento quando insulta a solidão...
Pensas por acaso ser a fascinação da estrela?
Sobes a montanha distraído...não vês que a vida ficou lá embaixo
Na planície...
Mas tens a intensa forma de pintar a saudade....a dor...
então não és poeta ...és pintor!
Reprimiste as lembranças que o tempo não apagou...
Um mergulho ao profundo da essência e de tuas entranhas...
Qual é o sentimento que ainda restou?
Sonhos? São longas estradas de alegrias
muitas vezes do sofrer...
Deixaste as promessas que fizeste de amor puro...
Por que adoras sentir saudades...
continua a pintar com teus pincéis... Sorrisos da amada
E com teu lápis escreves teus ais ao desengano...
quão ingênuo és poeta...
O tempo passou nem viste...
E o vento Sorriu...
celina vasques
este poema foi inspirado em um grande amigo Poeta Cristiano Mello...
terça-feira, 1 de julho de 2014
Acreditamos...no amor!

Acredita!
Posso atravessar o oceano sonhar com mares
e nas ondas navegar só para te encontrar amor!
Por ti, posso escalar até o cume
das montanhas sem sentir tonturas... Ofegante...
apenas enfeitiçada
tocar o arco-íris aliança eterna de deus e a humanidade
sem tempestades
ventos fortes ou tufões...
Acredito!
Posso mudar o mundo se impregnada de teu ser
me guardarás dentro do peito
nas madrugadas frias e sedentos de paixão
escutaremos o vento gemer lá fora
momento único de amor e estaremos nós
enfim sós!
Celina vasques
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Não quero adormecer...
Adoro ver-te dormir... Vejo tua respiração
vejo-te sorrindo como se falasse com os anjos...
Enquanto sonhas
eu fico assim por horas a fio neste doce momento
perdida em meus pensamentos...
Não quero adormecer...
Não quero fechar meus olhos
tenho medo que desapareças como as estrelas meu amor...
mesmo que tu estejas em meus mais profundos sonhos...
Não quero adormecer...
Ah! Teu coração batendo forte, e eu penso:
"O que sonhas meu amor?"
Será que tu me vês em teus devaneios?
Beijo-te... Acaricio teu rosto como se eu fosse à brisa...
E eu só quero ficar contigo... Abraçar-te...
Tu és o sonho mais doce de minha vida...
Agora e para sempre!
Não quero adormecer....
celina vasques
quinta-feira, 26 de junho de 2014
Lamentos doces...
...horas a fio sentada neste banco de praça...
O pensamento beija minha alma numa anseio que a custo reprimo...
Vejo folhas dançarem ao vento...
Qual tivessem asas...suavemente...
Eu ainda consigo sentir o perfume das flores
nesta minha solidão tão presente...
Escuto canções que são trazidas pela brisa
parecem lamentos doces... E a emoção vai tomando conta
De mim... Meus olhos fitam ao longe o infinito
Que me parece matizado de cores ultravioletas... Neste fim de tarde...
E eu sinto arrepios delirantes de saudades tuas...
celina vasques
terça-feira, 24 de junho de 2014
Não me deixe perder-te!
E eu não posso esperar para te ver de novo...
Não me deixe perder-te... Eu preciso de ti ao meu lado
Porque eu acho que não aguento mais
Ficar tão longe assim
Teu amor tem um grande poder sobre a minha essência...
Eu amei antes... Estive neste estado de paixão...
Mas a ninguém amei como eu te amo!
Às vezes penso que estou sonhando...
Se realmente este
Sentimento forte... Que arde no meu peito é amor!
Amor que eu sempre busquei...
Eu não posso mais esperar... Vem...
Antes que a palidez das marés flua por
Meus pés e mãos... Num dançar de harmônicas
Canções de violentas ondas molhando a minha pele...
Arrancando-me para além mar...
Deixa-me abraçar-te e soltar
gemidos qual cantar de gaivotas...
Essas que habitam em mim... Inquietas..., sonhadoras...
que desejam o teu corpo junto ao meu...
Num antro de loucura
Não posso mais esperar...
Traz-me os versos ternos de palavras
Que só tu sabes escrever...
Não deixes que o tempo me arranque de ti!
celina vasques
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Isso é amor!
Amo-te por tudo que és e também pelo que souPorque estou contigo... Faz tempo!
Amo-te porque tocaste a minha alma e conseguiste
Abraçar as minhas fraquezas e mesmo assim achar-me maravilhosa
mesmo conhecendo todos os meus defeitos...
e amar-me da mesma maneira que eu... Amo-te!
Esse amor fez com que o esplendor e a luz e toda a beleza
De minha essência fosse vista através de meus versos...
Meus poemas... Pois antes de ti ninguém nunca atingiu
o mais profundo de minha alma...
celina vasques
sábado, 21 de junho de 2014
Verdes...são teus olhos!
Gostaria de flutuar em teus olhos
Tão verdes como a floresta...
Brilhante e sinuoso qual o Mar...
O verde da fascinação
Quero ser o barco que navega nesses desejados olhos...
Nem sei o que dizer do fascínio que exercem sobre mim...
Por eles... Por esse marulhar das ondas
Perco-me e envolvo-me na suavidade translucida
Desta linguagem falada...
Já purifiquei meu coração tantas vezes
para sarar as íntimas feridas...
Antigas... Porém somente cicatrizes...
Mas... Ainda guardo o puro tempo plantado na minha essência
Sobre o orvalho sereno quão os teus olhos...
E descobri neles versos que se
acenderão em deslumbrantes sentires...
Direi ao mar, soltarei palavras de amor na brisa
e neste dia gritarei...
Teu nome a quatro ventos e entrego-me
ao furor dos abraços
E gemidos deste amor que habita em mim!
celina vasques
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Nada mais....
.
A brisa beijou o teu rosto fugindo
Dos ciúmes dos
Ventos Elísios... Que sopram das montanhas
Ao amanhecer nos céus das manhãs primaveris...
... E timidamente
O sol vem para acariciar teu corpo desnudo
Com seus raios longínquos... Deslumbrantes...
Então, as lágrimas de meus olhos...
Deslizam perdidas nas faces desejando ser
A aura que passa no momento
Encantando–te...
Ah! Como eu queria te encantar... Depois desta noite
Passada nos braços do tempo...que nem vi passar...
Monólogos... Murmúrios... O alvorecer...
Teu olhar silente intenso... Um beijo atirado no ar...
Nada mais!
celina vasques
A brisa beijou o teu rosto fugindo
Dos ciúmes dos
Ventos Elísios... Que sopram das montanhas
Ao amanhecer nos céus das manhãs primaveris...
... E timidamente
O sol vem para acariciar teu corpo desnudo
Com seus raios longínquos... Deslumbrantes...
Então, as lágrimas de meus olhos...
Deslizam perdidas nas faces desejando ser
A aura que passa no momento
Encantando–te...
Ah! Como eu queria te encantar... Depois desta noite
Passada nos braços do tempo...que nem vi passar...
Monólogos... Murmúrios... O alvorecer...
Teu olhar silente intenso... Um beijo atirado no ar...
Nada mais!
celina vasques
sábado, 14 de junho de 2014
quinta-feira, 12 de junho de 2014
segunda-feira, 9 de junho de 2014
De um esplendor...meu olhar!
[...]...Corri em lindos dias por entre as arvores da minha vida...
Ouvia o marulhar do mar, até quando dormia...
deixei na areia as minhas pegadas... Sempre...
Nesses dias o meu júbilo era incontido...
À noite pra mim eram estrelas e a lua minhas
Meu olhar não anoitecia... Brilhava... De um esplendor
Que parecia o amanhecer dos meus versos...[...]
celina vasques
Rosas rubras...
[...]Levo o anseio na cor dos meus olhos
Recheio de palavras,... Minhas lágrimas
e segredos que encontrei nos olhos teus...
e calo-me no meu leito repleto de perfumadas
Rosas rubras... Que o vento trouxe como se fora cruzar
o tempo...e beijo tua boca arrebatadora de ardor...e do meu corpo tremulo
Gotejavam mares de suor... Enquanto te pertencia.....[...]
celina vasques
domingo, 8 de junho de 2014
Plantei sonhos....

...escrevi versos onde o eco das minhas palavras
Tornou-se um grito... Talvez de amor quem saiba de dor?
Sou navegador de silêncios colhido de meus sonhos...
Sou um poema escrito em noites de solidão
Fui escrito num diário onde fui crescendo sozinho
A cada folha em branco preenchendo vida...
O infindo não tem vidraças nem caminhos só
As lembranças de um passado que não regressa
E que aguarda do futuro a esperança de sorrisos...
Celina Vasques
Pra ti...meu filho Felipe!
Viajei caminhos e te dei versosminhas lágrimas... Minhas orações...
O melhor dos meus sentires... Chorei
com teus olhos...
ofereci amor, saudade, anseio. Ombros...
Dei-te Colo... acalanto ao adormecer...
Cantei pra ti a musica dos anjos...
e na minha essência estás no espaço mais profundo
Confiei a ti as minhas verdades
Amei teu riso, adorei a tua voz adornada de carinho...
E levitavas em mim como um anjo... E os meus sonhos
Transpunham e misturavam-se aos teus sonhos... Nas
Noites nebulosas...
celina vasques
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Perdem-se as memórias no tempo

Estes momentos tão doces
Amar-te-ei, até que, a alma me doa...tanto
Mas tanto, que preciso gritar para soltar o pranto...
...num dilúvio que pressagia inundar os versos do poeta
Que se perdem... Que adormece que nunca esquece...
Do querer selvagem... Preso no coração...
Sou alma... lágrima... nuvem... mar...
céu azul... noite...estrelas... lua... pensamento ...sou emoção!
Tenho no peito este amor que explode a cada dia...
Meu companheiro de solidão...
Os meus dias sem ti são eternos...
Enquanto as tuas lembranças
Vão-se esfumaçando em minha memória...
...e choro anuviando meus olhos...
Neste misterioso ermo de dúvidas e acaso...
celina vasques
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Amanhã...
.... Se lembrares de meu corpo quando tremia
Em tuas mãos ao afagar-me nas noites de verão...
naquela velha casa de praia...
Ficava às margens de um lugar paradisíaco...
a fogueira acesa... Desenhava uma luz cintilante
de uma chama em tênues acrobacias dominadas pelo vento forte... Sussurrando gemidos silenciosos
- E nós galopando na agitação do amor –
Depois ...Afagavas-me a face
Numa doce carícia de tonalidade azul...inesquecível momento...
Se lembrares de mim amor... Ah! Se lembrares de mim amor!
celina vasques
Na carência de teu nome...
Escuto os passos do tempo na minha varanda
Durmo serenamente e sonho que estou voando nas asas
Do vento...e neste silencio que habita o profundo
Quieto em meu peito este amor ardente...e a brisa
Toma-me e abraça meu corpo nu...carente de ti!
E vejo gaivotas azuis fazendo seus voos solitários
e surgirão ao meu encontro...
Se falassem elas diriam a mim “não deixes morrer a saudade”
São tão belos teus sentires...e a dor de tua alma é
Como cântico de passarinhos quando suspiras e lamentas...
"Ai Meu amor!
Eu resisto na carência de teu nome mas
não sobrevivo na tua ausência e
Quando não me falas de amor...."
Celina vasques
Escrevo por ti...e pra ti!
Abro os braços e te aperto entre eles...
Teus cabelos molhados escorrem gotas de mar...
e meu corpo arrepia...beijo-te idilicamente
lágrimas que lavam qual o mar que me acolhe e me cede seu verde infinito
para que nele eu possa sonhar...com o eterno...o para sempre felizes...
.
E sou tudo isso... Todo este amor e sabes o quanto...
Amar-te-ei, até que, a alma me faça sofrer e eu
Ainda assim vou continuar brilhando pra ti...serei uma estrela
Lá longe neste céu de anil... Nas tardes quentes de verão
E brilharei nas noites de tua paixão...
Insondáveis e profundos sentimentos e que me invadem a alma
Porque me tornei poeta somente para escrever pra ti...
Falar-te deste amor límpido, numa verdade simples...
Do querer incontido... Esse meu sentir que teima em viver
e nunca tem fim!
celina vasques
terça-feira, 3 de junho de 2014
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Viajam no tempo versos...
...rostos que atravessam isolados em campos da vida
Quantas vezes ficaram a ouvir o cantar de aves no crepúsculo
E meus sentires se transformam em nostalgia...
Esta música prodigiosa... Feliz... me atravessa os tímpanos
Saudade de tempos idos... Em que a ternura e o carinho
Seguiam-me no dia a dia...
Quem sou eu? Para onde vão meus anseios?
Refugio-me no silêncio de minha alma para apenas ouvir
O cantar destes passarinhos!
Na contemplação plácida... Com a alma vazia de sonhos...
não abraçarei mais dores de inconstantes sentires...
e assim fecho os olhos...e em breve instante me torno poeta!
celina vasques
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 27 de maio de 2014
Inquietas emoções...
Ah! Meu amor
sussurra em meus ouvidos
sussurra em meus ouvidos
Como se fosses o lamento das ondas
Inspira-me com teu verde olhar
Inspira-me com teu verde olhar
Qual fosses o mar... cheio de saudades
Marejado de lágrimas...
Abraça-me amor... Quão se foras abraçar as rochas
Invade meu corpo num prelúdio tocado ao violino
Em noites enluaradas cujo vento viril penetra
Na minha pele sugando minha essência pelos poros...
Em noite que me entorpece serena
nas minhas entranhas pulsadas... Pela loucura do querer...
Em noite que me entorpece serena
nas minhas entranhas pulsadas... Pela loucura do querer...
Ah! Meu amor... Tenho em minhas mãos
Inquietas emoções
Não há amor que possa ser maior que esta chama ardente
Aqui o eco dos meus versos é brado uivante...onde
a saudade me aperta o coração...
Não há amor que possa ser maior que esta chama ardente
Aqui o eco dos meus versos é brado uivante...onde
a saudade me aperta o coração...
Ah! Meu amor...
Faz de mim uma gaivota a sobrevoar-te a todo o momento
Saciando minha sede a cada voo à hora do poente!
celina vasques
celina vasques
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Idealizei-te...!
Fantasiei um amor
Inventei asas para a saudade...
Sabes? Não eras nada... Uma sombra... Talvez
Uma efígie do passado...
Deixo-me perder entre gemidos
Em cada sonho que devaneio nas noites em que devoram
O meu corpo... Solitário e ausente de ti...
Ah! A irreflexão dos versos com que arquitetei
a tatuagem que te fiz em teu peito forte...
Matizes...
Que nunca se apagarão... Daqueles dias e no limite do desejo
Onde tremia e ainda tremo na lembrança de nossos encantos!
Celina Vasques
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Versos que não fiz...
Já não tenho a transparência dos versos
Deixo-me perder nas marcas ensurdecedoras da vida...
Já não sei brincar com as palavras...
Cerro os olhos quero escrever um poema pra ti...
- Como antes fazia -
Mas já nem lembro mais do teu rosto!
E me perco procurando silabas na palidez
Das horas onde os sons atravessam
Num dançar de melodias... São pássaros
Cantantes que seduzem e que vivem em mim...
Tento descrever meu sentir na leveza das palavras.
Inventando versos onde vivem meus segredos
Na concisão do tempo e na sofreguidão da alma
Silencio… e abandono-me ao furor da brisa
Tenho uma lágrima que escorre na face...e não escrevi!
celina vasques
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