quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Lírios no jardim...


Foto


















O alvorecer surgiu das brumas...
Neste desencanto...e na melancolia
Vivendo à sombra da solidão...
Destroçando de vez o coração...
Tantas feridas sangrando...que ainda
Ardem em meu peito por esta saudade!

Empáfia sem brilho iludida, solitária
Poeta…!? Mas que destino louco...
É tão triste voar sem ter rumo...
somente esta tristeza...tanta...!

Os dias vão passando...lentos...nebulosos...
Porque dentro de mim só há uma razão de viver e és tu...
a espera viva...que a primavera volte pra mim...

Volta Amor...já nasceram lírios no jardim...!

celina vasques

Manhã de sonhos...

Parei para pensar por um momento...
São tantos os caminhos que me trouxeram até aqui...
Fecho os olhos para lembrar com perfeição a paixão...

E um Anjo sorriu-me e eras tu...
Um passarinho falou-me dos sentimentos que ainda
Habitam em mim...e eu sorri...!

Ah! Eu quero ouvir tuas palavras
O suntuoso de teus rubores
Quero beber a magia deste sol
Que te queima a pele...
Voar nas asas de uma ilusão presente...
...o sol brilha não importa o tempo...

Abraça-me anjo nesta manhã de sonhos!

Celina vasques

Minha alma imortal...


Tenho a minha alma imortal...
E a paz cativa em meu coração...
na extraordinária ilusão...de desejar o amor...
Na poesia...
Meus sonhos guardo-os em minhas noites tranquilas...
Escuto canções de pássaros felizes ao acordar no nascer
Dos lindos dias...
Minha alma segue em júbilo ao brotar
Nas fantasias de delicados anjos delirantes....

celina vasques

The Colours of Autumn - Gymnopedie No.1

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Vem...quero teu sorriso...!


Não demora e surgirão as flores no meu jardim
é a primavera chegando...os pássaros estarão de volta...
Eles nunca desistem das rosas...a brisa acariciando tua face
Te dará matiz de doçuras....
Foste feito de aguas quietas e florestas eternas!

celina vasques

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Meu profundo amor...




Se você contar todas as estrelas no céu ...
Quantos luares... e por de sol...
E outros tantos amanhecer...
Todas as chuvas que caem nos oceanos...
Os grãos de areia que viajam com os ventos nos desertos...
O perfume de todas as rosas do mundo...
todos os sorrisos de crianças que brincam nos jardins...
então saberás o quanto eu : AMO-TE!

celina vasques

Barry Manilow-Mandy (Lyrics) (+playlist)

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Tu és único...























Deixa-me fazer amor contigo...

Para sempre...por toda vida?

Apenas eu e tu sob a luz da lua...

Quando as sombras da noite caírem sobre nós...

E as gotas de chuva misturarem-se com 

o suor de nossos corpos... 


Tu és único...não importa se é dia ou noite...

Amo-te!

Noite e dia, tu e eu ... e somente penso em ti...

Meu desejo por ti me acompanha onde quer que eu vá...

Tu estás em minha pele qual uma tatuagem eterna... 


E eu sinto este anseio que me queima a alma...

Mesmo quando estou no silêncio do meu quarto...

Teu rosto e tua voz eu escuto entre as paredes...

Meu nome chamando...

  "Amor" ...

Deixa-me fazer amor contigo...sempre e para sempre???


Celina Vasques

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quietação...



Partilho na beira da praia a minha quietação...
De miragem me visto...prendo meu olhar
Nas ondas do mar...nessas espumas que se espalham
Misturo na neblina as lágrimas...o meu riso...e a minha saudade!

Embriago-me com a presença de tua ausência...amordaço no peito
Este grito que me vem da alma... dou vazão ao meu coração...
Suspiro devaneios neste mar de ilusões....
Harmonizo com o vento cúmplice da minha solidão!

celina vasques

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Digo não ao sofrer...



 




Serei eu apenas as pétalas de uma rosa breve?
Ou apenas um pobre sonhador
ou quem sabe um pássaro mudo
Perdido nas emoções..da desilusão de um grande amor?

Louco é este momento que me fala da tua falsidade
Tristes são as notas da viola de um trovador...
Devastadas estão as cores da paixão...
Tenho a energia do vento neste alento
Não quero mais estas lembranças...

Digo não ao sofrer...
Não quero mais esta saudade ausente...

Celina Vasques

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

AMOR INVENTADO...



 

Inventei o amor
Pintei –lhe o rosto com tintas de várias cores...
Rabisquei mentiras, espinhos e ingênuas verdades...
No caminho, vi a lembrança distante de falsos olhares....
Arderam serenos meus anseios pungentes
impregnados de solidão
Gerei um arco íris de mil canções
Entre mim e a paixão existe apenas dúvidas e dor...
Então deixei que fosse apenas um rabisco no papel...
Poemas que faço...ao cair da tarde!

celina vasques

Versos dispersos...




Tu és de mim o segredo jamais revelado...
Amei-te em silencio por longo tempo...
Tu me encantaste...roubaste meus suspiros
Poemas e canções...as lágrimas...me trouxeste a insônia...
Acordaste meus desejos que adormeciam desencantados...

Eu só tenho olhos pra ti...queria prender-te em
Meus abraços...inundar-te com afagos...
Sussurrar em teus ouvidos toda esta minha paixão...

E rabisco
meus avessos nos versos dispersos...
nas paredes frias dos meus desencontros e sonhos desfeitos...
ansiosos ...inquietos...por ti!

Fala-me só por um momento:” Também te quero assim...”

Celina Vasques

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mistura de almas...


Deixa-me misturar minha alma com a tua?
Inundo tua alma de músicas ...sinfonias
E poesias...és a inspiração
Simplesmente porque te amo...
Meus versos preenchem espaços e escrevo a lápis
Todos os meus lamentos se perdem nos reversos...
Surto de paixão nas palavras...
tons e devaneios.......sem fim...
Adoro estar assim...misturada a ti...
Porque eu te amo!

celina vasques

Cobiça



Gostaria de ser a palavra doce que sai de tua boca...
este teu sorriso que mais parecem teclas de meu piano...
Queria ser um beijo infinito para morar em
teus lábios...

A lágrima cristalina que escorre de teus verdes olhos...
Queria ser o canto de um pássaro que sai de dentro de ti...

do... ré mi...

A brisa sussurrante e rasteira...queria ser teu amanhecer...
Queria ser o silencio no rumor de tua nostalgia
Ser a saudade no teu quarto vazio...

Queria ser a flor de teu jardim...para exalar perfumes pra ti

Ser a carta de amor
que abraças em teu peito...quem sabe amor?

 De quem será?

Queria ser a tatuagem do teu corpo...
Queria ser o sol que entra pelas tuas vidraças
e cobre de calor teu corpo tão por mim amado!

Minha alma silenciosa solta um lamento...sigo descalça
Pela vida...rumo da alma tua...
...queria tanto... e não tenho Nada!

celina vasques

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CATIVA...


Sou a sonoridade do brilho da estrela
Aquela que me deste....e suspira ao
Sabor exuberante da falsidade e
Que entorpeceu a minha razão...

Sou a lágrima que se transformou em chuva
Nos dias de tempestade...

Sou a ventania que ruge e te seduz...
Provocante e fascinante...
E avança para o mar...

Sou louca poeta
Caída nas garras do vento
O despertar de uma alma encantada e cativa...

Eu me chamo : Amor...

celina vasques

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Sou pedra...



                                                                                   Sinto o perfume
                                                                                   De terra molhada pelas chuvas 

que caem do céu...
Nuvens que trazem do destino
Errantes nevoeiros...
Eu sou pedra que placidamente
Assiste o borbulhar das ondas do Mar...


Sonhos do passado...
que têm o amargo travo da saudade
De momentos vividos...sublimes instantes levados pelo tempo...


Quieta...habito este mar de solidão!

celina vasques

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Vem...Segura nas minhas mãos...


Partilho contigo a minha serenidade....
Prendo o olhar na fragilidade do teu olhar e
Embriago-me na tua solidão...


Ainda retenho na alma o que trago de ti...
De infindo... do sem fim...do recomeço...
viaja comigo rumo ao nosso destino...
sempre juntos...
Nesta tortuosa viagem da paixão...

Entre mim e o teu coração existe a verdade
De tuas mágoas...tua melancolia e tristeza...
Somente eu as conheço...eu sei da tua alma...
Eu e a brisa somos magicos sopro deste
nosso misterioso amor... 


Vem...Segura nas minhas mãos...

Celina vasques

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um outro sorriso...



À beira MAR caminho serenamente sentindo

 em meu rosto a brisa...
Hoje, partilho a serenidade de um outro sorriso...

Bebo placidamente cada gota de vinho que me é
Oferecida pela vida... neste cálice que um dia
me envenenou a essencia...
Acendi o fogo de antigas chamas...

....aquietam-se as águas da estação
suspiro palavras e jogo-as no tempo ao vento...
antes inventei um amor...acreditei ser de outras vidas...


Ilusões...
atiro-as ao mar...junto com meus poemas...

canções e lágrimas em noites de luar...

Afoguei minhas mágoas e as deixei morrer ali...

naquelas águas salinas...

Sacudi minha alma ...
Deitei-me na alva areia e adormeci...feliz!...


celina vasques

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Crescente solidão...







Trago o amor reprimido em solidão
- crescente -
Sinto o corpo ceder à dor...
Já mostrei a minha alma ao vento
E calada escuto o murmúrio do passar do tempo...
- Toco as nuvens -
Sento-me nas pedras deste rio...à espera de ti?
E qual prisioneira da lua deixo cair uma lágrima tua...

celina vasques

Lamento mudo...



Trago amarguras, tantas
Minha alma solta um lamento mudo
Prisioneira de ti e deste amor

Enquanto eu escrevia poemas e apreciava o céu estelar...
recordando teus beijos ingênuos e banais...eu

aprisionei as lágrimas nos cantos dos olhos...
deixei abrir as cicatrizes
e o coração sangrar... mas

Tu navegavas num mar de alma nua...
Enganando a lua!

celina vasques

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Transmutação...







Despi-me á frente dos derradeiros versos
palavras e murmúrios sussurantes...que
Inflamaram serenas minhas emoções pungentes
De pássaro me transmutei em mulher
Num rito sepultei meus anseios ardentes...
Preciosos são os reversos de verdade que minha alma lembra

Cheguei do desencontro dos meus mais profundos medos
a memória secou esse mar bravio...
Sem alivio será o resto desta narrativa imperfeita...
Entre mim e o amor nada mais existe apenas dor!


celina vasques

Emoções...









(...)...toquei toadas como se eu fora
Uma rajada de ventos...espalhei notas musicais e poesias
pelo firmamento...
Voei como se eu fora uma gaivota azul...
olhei o mar lá de cima e me apaixonei por suas ondas...
Inventei uma imagem que eu chamei de amor...
vivi ali grandes emoções...(...)

celina vasques

eu!


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Os versos...os meus!






Os versos... os meus...

podes rasgar
Nunca o meu coração que vive a poetizar
Ah! As minhas memórias, todas escritas a
Nanquim....e tatuadas na minha essência...

O verbo que encanta as vezes evoca o amor...
Outras vezes a dor...a angustia... a saudade e a solidão...

Minhas palavras que ardem mudas neste vendaval
De paixões...
Teu... meu... e de tantas almas apaixonadas...

Mesmo contra todos os espinhos...das rosas tão belas...
Quanto traiçoeiras...

E tal como o lamento dos deuses nas madrugadas
Frias...e os meus olhos envoltos em duas lágrimas vadias ...
vou escrevendo poesias...na brandura das saudades!

celina vasques

Teu retrato


Em tuas imagens vejo sempre teu enigmático sorriso...
imagino ouvir de tua boca... Palavras doces...

Nos teus olhos acredito que Deus fez o Mar...
onde eu queria navegar...
E deles parti... Sem nunca cruzar...

Falo da dor que se perdeu... Mas eu acreditava na palavra AMOR...
Deixei-me ficar em frente a este mar desejando
mergulhar sem medo
no marulhar das ondas...
Este alento tinha a força de um vento...



De minha alma silente brota um lamento
os meus sonhos sempre são maiores que meus versos...
Retorno à doçura no romper de novo tempo...

Um dia lembrarás deste medíocre ser
que é apenas contradição e melancolia...

celina vasques

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nós...o vento forte...e o tempo!


 



Tenho o silêncio preso na minha alma
Neste vácuo indescritível
que é o meu coração que inventa amores fantasiosos

E a minha essência insana cala... Emudece...
trazendo ao meu corpo esta sensação de torpor...

De repente as palavras soltam-se revelando segredos...
Embriagando o ar com juras perpétuas apaixonantes...
Amam-se os corpos...
Na voracidade ávida do tudo
Bocas que se beijam insaciáveis...
Delirantes de paixão nas batidas fortes do coração...

Trêmulos... Nós... O vento forte... Depois a brisa suave
A placidez do mundo
Sem temores... Nem alardes...
Nas sombras... Nossos corpos nus... E o tempo...

Celina Vasques

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

conjugando verbo ter...




  • "...eu te tinha... tu me tinhas...nós nos tínhamos...
    me desprezaste...te desprezei...nós nos desprezamos...
    e assim...acabou o amor..."
    e o que restou? .... solidão...
    pois podem existir mil mulheres...nenhuma há de te amar do jeito que eu te amei...
     
     
     
    celina vasques

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SOU FELIZ!




Encanta-me ver-te... Todos os dias... Assim... Com teu peito de encontro a mim!

Amo-te!

Ouvir-te sussurrando em meus ouvidos palavras de amor e carinho...

Juras de amor para a eternidade... (o amor é eterno juramento)


Fascina-me ver-te sorrindo ao ouvires

As canções que toco ao piano... Todas as melodias

Dedicadas a ti....

Passarinhos assoviando as notas musicais... ao entardecer....


Extasia me esperar-te todas as noites vendo

Estrelas e lua brilhando no céu

Enquanto a brisa beija meu rosto e o vento assanha-me os cabelos

E o perfume das rosas de meu jardim exala um

Perfume inigualável... cheio de poesia e paixão!


Sim! Sou poeta!

Escrevo poemas e canções porque amo!

Amo a vida... Amo os pássaros... Amo o Mar...

As estrelas... O luar... Porque amo a ti!



Celina vasques






quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Apenas...



Sou apenas louca poeta... Que escreve sob magias esquecidas pelo tempo
Abatida pelas garras do vento...
Uma gaivota sem aspiração mesmo quando sobrevoa o mar...
Hoje minha loucura vestiu a voz da brisa...

Não quero mais falar de minhas saudades ausentes... 

Partiste ...e levaste contigo os meus encantos...
A palavra para definir os sentires desde então é Dor!

Tenho dores, tantas… não uma dor latente, insistente ou aguda... 

É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera...
de tal maneira que de minh’alma silenciosa brotam queixas... 





Celina Vasques