sábado, 15 de fevereiro de 2014

Tu és único...























Deixa-me fazer amor contigo...

Para sempre...por toda vida?

Apenas eu e tu sob a luz da lua...

Quando as sombras da noite caírem sobre nós...

E as gotas de chuva misturarem-se com 

o suor de nossos corpos... 


Tu és único...não importa se é dia ou noite...

Amo-te!

Noite e dia, tu e eu ... e somente penso em ti...

Meu desejo por ti me acompanha onde quer que eu vá...

Tu estás em minha pele qual uma tatuagem eterna... 


E eu sinto este anseio que me queima a alma...

Mesmo quando estou no silêncio do meu quarto...

Teu rosto e tua voz eu escuto entre as paredes...

Meu nome chamando...

  "Amor" ...

Deixa-me fazer amor contigo...sempre e para sempre???


Celina Vasques

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Quietação...



Partilho na beira da praia a minha quietação...
De miragem me visto...prendo meu olhar
Nas ondas do mar...nessas espumas que se espalham
Misturo na neblina as lágrimas...o meu riso...e a minha saudade!

Embriago-me com a presença de tua ausência...amordaço no peito
Este grito que me vem da alma... dou vazão ao meu coração...
Suspiro devaneios neste mar de ilusões....
Harmonizo com o vento cúmplice da minha solidão!

celina vasques

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Digo não ao sofrer...



 




Serei eu apenas as pétalas de uma rosa breve?
Ou apenas um pobre sonhador
ou quem sabe um pássaro mudo
Perdido nas emoções..da desilusão de um grande amor?

Louco é este momento que me fala da tua falsidade
Tristes são as notas da viola de um trovador...
Devastadas estão as cores da paixão...
Tenho a energia do vento neste alento
Não quero mais estas lembranças...

Digo não ao sofrer...
Não quero mais esta saudade ausente...

Celina Vasques

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

AMOR INVENTADO...



 

Inventei o amor
Pintei –lhe o rosto com tintas de várias cores...
Rabisquei mentiras, espinhos e ingênuas verdades...
No caminho, vi a lembrança distante de falsos olhares....
Arderam serenos meus anseios pungentes
impregnados de solidão
Gerei um arco íris de mil canções
Entre mim e a paixão existe apenas dúvidas e dor...
Então deixei que fosse apenas um rabisco no papel...
Poemas que faço...ao cair da tarde!

celina vasques

Versos dispersos...




Tu és de mim o segredo jamais revelado...
Amei-te em silencio por longo tempo...
Tu me encantaste...roubaste meus suspiros
Poemas e canções...as lágrimas...me trouxeste a insônia...
Acordaste meus desejos que adormeciam desencantados...

Eu só tenho olhos pra ti...queria prender-te em
Meus abraços...inundar-te com afagos...
Sussurrar em teus ouvidos toda esta minha paixão...

E rabisco
meus avessos nos versos dispersos...
nas paredes frias dos meus desencontros e sonhos desfeitos...
ansiosos ...inquietos...por ti!

Fala-me só por um momento:” Também te quero assim...”

Celina Vasques

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Mistura de almas...


Deixa-me misturar minha alma com a tua?
Inundo tua alma de músicas ...sinfonias
E poesias...és a inspiração
Simplesmente porque te amo...
Meus versos preenchem espaços e escrevo a lápis
Todos os meus lamentos se perdem nos reversos...
Surto de paixão nas palavras...
tons e devaneios.......sem fim...
Adoro estar assim...misturada a ti...
Porque eu te amo!

celina vasques

Cobiça



Gostaria de ser a palavra doce que sai de tua boca...
este teu sorriso que mais parecem teclas de meu piano...
Queria ser um beijo infinito para morar em
teus lábios...

A lágrima cristalina que escorre de teus verdes olhos...
Queria ser o canto de um pássaro que sai de dentro de ti...

do... ré mi...

A brisa sussurrante e rasteira...queria ser teu amanhecer...
Queria ser o silencio no rumor de tua nostalgia
Ser a saudade no teu quarto vazio...

Queria ser a flor de teu jardim...para exalar perfumes pra ti

Ser a carta de amor
que abraças em teu peito...quem sabe amor?

 De quem será?

Queria ser a tatuagem do teu corpo...
Queria ser o sol que entra pelas tuas vidraças
e cobre de calor teu corpo tão por mim amado!

Minha alma silenciosa solta um lamento...sigo descalça
Pela vida...rumo da alma tua...
...queria tanto... e não tenho Nada!

celina vasques

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CATIVA...


Sou a sonoridade do brilho da estrela
Aquela que me deste....e suspira ao
Sabor exuberante da falsidade e
Que entorpeceu a minha razão...

Sou a lágrima que se transformou em chuva
Nos dias de tempestade...

Sou a ventania que ruge e te seduz...
Provocante e fascinante...
E avança para o mar...

Sou louca poeta
Caída nas garras do vento
O despertar de uma alma encantada e cativa...

Eu me chamo : Amor...

celina vasques

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Sou pedra...



                                                                                   Sinto o perfume
                                                                                   De terra molhada pelas chuvas 

que caem do céu...
Nuvens que trazem do destino
Errantes nevoeiros...
Eu sou pedra que placidamente
Assiste o borbulhar das ondas do Mar...


Sonhos do passado...
que têm o amargo travo da saudade
De momentos vividos...sublimes instantes levados pelo tempo...


Quieta...habito este mar de solidão!

celina vasques

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Vem...Segura nas minhas mãos...


Partilho contigo a minha serenidade....
Prendo o olhar na fragilidade do teu olhar e
Embriago-me na tua solidão...


Ainda retenho na alma o que trago de ti...
De infindo... do sem fim...do recomeço...
viaja comigo rumo ao nosso destino...
sempre juntos...
Nesta tortuosa viagem da paixão...

Entre mim e o teu coração existe a verdade
De tuas mágoas...tua melancolia e tristeza...
Somente eu as conheço...eu sei da tua alma...
Eu e a brisa somos magicos sopro deste
nosso misterioso amor... 


Vem...Segura nas minhas mãos...

Celina vasques

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um outro sorriso...



À beira MAR caminho serenamente sentindo

 em meu rosto a brisa...
Hoje, partilho a serenidade de um outro sorriso...

Bebo placidamente cada gota de vinho que me é
Oferecida pela vida... neste cálice que um dia
me envenenou a essencia...
Acendi o fogo de antigas chamas...

....aquietam-se as águas da estação
suspiro palavras e jogo-as no tempo ao vento...
antes inventei um amor...acreditei ser de outras vidas...


Ilusões...
atiro-as ao mar...junto com meus poemas...

canções e lágrimas em noites de luar...

Afoguei minhas mágoas e as deixei morrer ali...

naquelas águas salinas...

Sacudi minha alma ...
Deitei-me na alva areia e adormeci...feliz!...


celina vasques

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Crescente solidão...







Trago o amor reprimido em solidão
- crescente -
Sinto o corpo ceder à dor...
Já mostrei a minha alma ao vento
E calada escuto o murmúrio do passar do tempo...
- Toco as nuvens -
Sento-me nas pedras deste rio...à espera de ti?
E qual prisioneira da lua deixo cair uma lágrima tua...

celina vasques

Lamento mudo...



Trago amarguras, tantas
Minha alma solta um lamento mudo
Prisioneira de ti e deste amor

Enquanto eu escrevia poemas e apreciava o céu estelar...
recordando teus beijos ingênuos e banais...eu

aprisionei as lágrimas nos cantos dos olhos...
deixei abrir as cicatrizes
e o coração sangrar... mas

Tu navegavas num mar de alma nua...
Enganando a lua!

celina vasques

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Transmutação...







Despi-me á frente dos derradeiros versos
palavras e murmúrios sussurantes...que
Inflamaram serenas minhas emoções pungentes
De pássaro me transmutei em mulher
Num rito sepultei meus anseios ardentes...
Preciosos são os reversos de verdade que minha alma lembra

Cheguei do desencontro dos meus mais profundos medos
a memória secou esse mar bravio...
Sem alivio será o resto desta narrativa imperfeita...
Entre mim e o amor nada mais existe apenas dor!


celina vasques

Emoções...









(...)...toquei toadas como se eu fora
Uma rajada de ventos...espalhei notas musicais e poesias
pelo firmamento...
Voei como se eu fora uma gaivota azul...
olhei o mar lá de cima e me apaixonei por suas ondas...
Inventei uma imagem que eu chamei de amor...
vivi ali grandes emoções...(...)

celina vasques

eu!


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Os versos...os meus!






Os versos... os meus...

podes rasgar
Nunca o meu coração que vive a poetizar
Ah! As minhas memórias, todas escritas a
Nanquim....e tatuadas na minha essência...

O verbo que encanta as vezes evoca o amor...
Outras vezes a dor...a angustia... a saudade e a solidão...

Minhas palavras que ardem mudas neste vendaval
De paixões...
Teu... meu... e de tantas almas apaixonadas...

Mesmo contra todos os espinhos...das rosas tão belas...
Quanto traiçoeiras...

E tal como o lamento dos deuses nas madrugadas
Frias...e os meus olhos envoltos em duas lágrimas vadias ...
vou escrevendo poesias...na brandura das saudades!

celina vasques

Teu retrato


Em tuas imagens vejo sempre teu enigmático sorriso...
imagino ouvir de tua boca... Palavras doces...

Nos teus olhos acredito que Deus fez o Mar...
onde eu queria navegar...
E deles parti... Sem nunca cruzar...

Falo da dor que se perdeu... Mas eu acreditava na palavra AMOR...
Deixei-me ficar em frente a este mar desejando
mergulhar sem medo
no marulhar das ondas...
Este alento tinha a força de um vento...



De minha alma silente brota um lamento
os meus sonhos sempre são maiores que meus versos...
Retorno à doçura no romper de novo tempo...

Um dia lembrarás deste medíocre ser
que é apenas contradição e melancolia...

celina vasques

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nós...o vento forte...e o tempo!


 



Tenho o silêncio preso na minha alma
Neste vácuo indescritível
que é o meu coração que inventa amores fantasiosos

E a minha essência insana cala... Emudece...
trazendo ao meu corpo esta sensação de torpor...

De repente as palavras soltam-se revelando segredos...
Embriagando o ar com juras perpétuas apaixonantes...
Amam-se os corpos...
Na voracidade ávida do tudo
Bocas que se beijam insaciáveis...
Delirantes de paixão nas batidas fortes do coração...

Trêmulos... Nós... O vento forte... Depois a brisa suave
A placidez do mundo
Sem temores... Nem alardes...
Nas sombras... Nossos corpos nus... E o tempo...

Celina Vasques

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

conjugando verbo ter...




  • "...eu te tinha... tu me tinhas...nós nos tínhamos...
    me desprezaste...te desprezei...nós nos desprezamos...
    e assim...acabou o amor..."
    e o que restou? .... solidão...
    pois podem existir mil mulheres...nenhuma há de te amar do jeito que eu te amei...
     
     
     
    celina vasques

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

SOU FELIZ!




Encanta-me ver-te... Todos os dias... Assim... Com teu peito de encontro a mim!

Amo-te!

Ouvir-te sussurrando em meus ouvidos palavras de amor e carinho...

Juras de amor para a eternidade... (o amor é eterno juramento)


Fascina-me ver-te sorrindo ao ouvires

As canções que toco ao piano... Todas as melodias

Dedicadas a ti....

Passarinhos assoviando as notas musicais... ao entardecer....


Extasia me esperar-te todas as noites vendo

Estrelas e lua brilhando no céu

Enquanto a brisa beija meu rosto e o vento assanha-me os cabelos

E o perfume das rosas de meu jardim exala um

Perfume inigualável... cheio de poesia e paixão!


Sim! Sou poeta!

Escrevo poemas e canções porque amo!

Amo a vida... Amo os pássaros... Amo o Mar...

As estrelas... O luar... Porque amo a ti!



Celina vasques






quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Apenas...



Sou apenas louca poeta... Que escreve sob magias esquecidas pelo tempo
Abatida pelas garras do vento...
Uma gaivota sem aspiração mesmo quando sobrevoa o mar...
Hoje minha loucura vestiu a voz da brisa...

Não quero mais falar de minhas saudades ausentes... 

Partiste ...e levaste contigo os meus encantos...
A palavra para definir os sentires desde então é Dor!

Tenho dores, tantas… não uma dor latente, insistente ou aguda... 

É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera...
de tal maneira que de minh’alma silenciosa brotam queixas... 





Celina Vasques



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Toma-me...



Toma-me...

Toca-me na lembrança...
Sob esta vidraça molhada pela chuva...
E esta saudade constante... Em pedaços...
Sem palavras... Nem murmúrios...


Debruço-me na janela lanço-me nas caricaturas
Dos pingos que escorrem... Inquieta...
Na mesma paisagem... Viajo
Numa estrela qual um devaneio, uma fantasia...

Toma-me...
Embriaga-me com tuas palavras...
Mostra-me todos os mistérios de
Teu corpo... E do teu coração...
Faz do meu corpo abrigo do teu...
Faz-me terra... Sedenta de sol e ar...

Toma-me amor... Toma-me!


celina vasques

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Melodias de silêncios...




Deixo-me ficar aqui a olhar a noite...
Creio neste início de um triste fim
Foram tantos os meus sonhos...
- tentei -
Eu queria apenas ser feliz...
- Talvez-
Trago a força do vento neste magoado coração!

Já nem sei se existo... Nem sei quem sou?

Soltam-se mornas águas de meus olhos...
Tão serenas as minhas recordações...intensas
Elas escutam o marulhar do Mar como se fossem melodias
- talvez de silêncios –
Penso em todos aqueles que partiram...
- amores, afetos, pedaços de mim -
Gélida biografia, vazia sem começos nem fim...
Cada gota deste sal arde em minhas feridas...
Chagas abertas de um poeta!


celina vasques

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

MEU HORIZONTE...




“Meus pés descalços vão pelo rumo de minha alma
Os meus sonhos são maiores que as palavras “...
Há um segredo que vem da minha essência
Que navega sem quimeras... Meu olhar marejado
Está carente do teu...

E este mar avança implacável...
Meus sentires misturam-se aos sussurros reprimidos...
Deste peito melancólico...
Ah! Infindável é a passagem das águas do mar...
Tenho dores... Tantas dores...
Doem-me as feridas
Chagas abertas das longas peregrinações... 

Em busca do amor!

Hoje quero apreciar este mar neste fim de noite...
Ouvir o lamento Do vento até meu último alento...
Meu ontem...
Meu hoje...
Meu horizonte!

Não quero mais embriagar-me com palavras
Não quero acreditar em mentiras e falsas promessas de afeto...
Quero apenas o silêncio deste meu coração
Não quero sentir esta dor... Não quero ser mortal!

Caminho faz tempo por prantos e desvario...
Perdi-me no nada...
Despencaram-se meus sonhos nesta temerosa agonia...
Hoje chorei em silencio
Lágrimas fluídas esvoaçadas do pranto...
Magoada com a vida que te arrebatou de mim!


Celina Vasques

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Folhas do tempo...



Escrever com a alma uma musica

para ser tocada ao piano e que as notas musicais 
voem ao som da melodia 
QUAIS FOSSEM FOLHAS DO TEMPO...
desperta em mim sons de poesia... ternura e amor.

celina vasques



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Bem querer...



Tua chegada... Teu pouso inesperado
No meu precioso ninho...
Tuas asas que transpuseram os meus sonhos
E com suavidade cingiram meu corpo acalentando-me no frio...
Ó passarinho que cantavas saudades
Aliviando memórias de um passado tão presente...
Olho para o horizonte e te vejo voando
Peço-te, deixes cair no mar ao vento...
Os pedaços de mim que levas contigo
Meus desejos mais doces e profundos ... os
Fragmentos de amor e meu coração partido...





celina vasques

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Apesar...dos tempos!





Perdida em meus sonhos
procuro desvendar
A minha alma...
escuto as notas de um piano... Procuro ouvir o som
Do vento... Quem sabe num harmonioso encantamento...
Nada escuto... Uma sombra de dor diz-me quem sou...
O que fui... Quem serei....
numa distância infinita deixei habitar o mal
Gargalhadas que vem com a brisa... rasgam minha sensível essência...
São tão estranhos os tempos...
Muitas vidas, anel alucinante, caminho prolixo...
Nebulosos meus olhos... Não mais vislumbram horizontes...

Entre minha alma e o amor existe um estigma de punhal
um olhar sem rumo... Uma dor… ferida que arde muda...
E ainda sangra
Apesar... Dos tempos!

celina vasques

segunda-feira, 7 de outubro de 2013