quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O amor não foi tudo...




O tempo não foi o bastante

Eu não tinha visão... Enxergava apenas o

Espelho na minha frente...

O amor não foi tudo...



A estrada foi longa e a vida uma

Caminhada insana... Cheia de pedras...

No meu coração

Apenas o vazio...

 

Estou fatigada desta caminhada

Com minha alma aprisionada ao Nada!



Sou qual o lamento do luar e das estrelas

Nas madrugadas ao nascer do sol... Ao deixarem na noite

O seu fulgor...




Para onde foram os meus sonhos?

Àqueles sonhados em vão?




Estou morrendo ansiando crer que

Ao nascer do dia as lágrimas secarão e

Voltando à realidade esta febre do viver

Devolva-me a vida aos poucos...



celina vasques

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

À alguém que traiu sua família...







A traição é um punhal cravado nas costas da pessoa que foi traída!
É como a morte lenta e torturante...
Voce convive com uma pessoa durante anos...mas não a conhece!
De repente descobre que durante muito tempo esta pessoa te mentiu, enganou, injuriou...
Quantas gargalhadas não deverá ter dado com a outra parte ....pobre coitada...completamente enganada!!!
O rancor é algo muito pessoal e só quem vive a situação pode saber exatamente o que se passa na sua cabeça, ou muitas vezes nem sabe e acaba agindo de forma passional.
O fato é que numa relação onde há o diálogo constante, até mesmo uma separação pode ser feita de forma civilizada. Quer conhecer uma pessoa?
 Case-se com ela! Quer conhecer mais ainda? Separe-se dela!

Por que não usar de lealdade e falar sempre a verdade? Para que mentir? Por que tirar proveito de  alguem que foi durante muitos anos tua única e verdadeira amiga???

Com muita indignação... e rancor!


celina vasques

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Tanto encanto...


Foi tanto amor... tanta Paixão...
Tanto encanto...
E fomos perfeitos... Em nossos 

momentos e deleites
Ah! E teus beijos?
Teus beijos tinham sabores de mim...
Uma poesia sem fim...
Minha alma dói pelo amor que tive
E ainda hoje... Apesar de tudo, sei que ainda vive...
Em algum lugar no profundo
Da minha essência...
Memórias... Que não terão fim!

Celina Vasques






Quero-te assim...



 

Quero-te tanto meu amor...
… imortal e silencioso aconchegado nos meus braços.
  Junto ao meu coração!

Quero-te tanto meu amor... Tão somente a ti...
Num simples afago... E na escura noite... Sonhar-te
em fantasias delirantes...assim...dentro de mim
sem pudores...apaixonados...

Quero-te tanto meu amor...
À luz das manhãs de outono
Viajando por todos os caminhos de nossos corpos nus!

celina vasques

domingo, 18 de agosto de 2013

Minha poesia...




Minha poesia...
Hoje sou poesia sem amargura
Oculta no brilho da voz, desnudando a alvorada e...
No silencio me visto de saudades... Paro no tempo...

Numa placidez insolente
Fluindo faíscas dos olhos esquecidos, distantes de ti
Tantas vezes que lágrimas escorrem... E eu choro baixinho...

Hoje me embriaguei na minha solidão
Segurei o grito no fundo da alma...
Indócil...Tentei namorar o vento...
Nós dois somos magias que na natureza habita!

celina vasques

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

E eu continuo a esperar-te!

Foto: O anoitecer desenhou dilúvios de lágrimas na minha janela
Eu adormecida... Espero–te simplesmente...

E o barulho dos trovões
quebrou essa sonolência... E nesse torpor
era como se me falasses de amor... esse amor 
Cativo do tempo!

No silencio das noites que me aconchega... 
No fundo das minhas entranhas, sem mistérios... 
À vontade de amar-te!

 O corpo que tanto te amou estremecia... E nas 
tremulas memórias perdidas pelo quarto...a minha voz
Embargada... Prende o grito...

 Liberto-me do destino
Sombras que vagueiam por todo o meu ser...
E o tempo passa numa monotonia amarga chamada: 
        Saudades... E eu continuo a esperar-te!


Celina vasques
O anoitecer desenhou dilúvios de lágrimas na minha janela
Eu adormecida... Espero–te simplesmente...

E o barulho dos trovões
quebrou essa sonolência... E nesse torpor
era como se me falasses de amor... esse amor
Cativo do tempo!

No silencio das noites que me aconchega...
No fundo das minhas entranhas, sem mistérios...
À vontade de amar-te!

O corpo que tanto te amou estremecia... E nas
tremulas memórias perdidas pelo quarto...a minha voz
Embargada... Prende o grito...

Liberto-me do destino
Sombras que vagueiam por todo o meu ser...
E o tempo passa numa monotonia amarga chamada:
Saudades... E eu continuo a esperar-te!

Celina vasques




 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Versos perdidos...







Versos perdidos...

Poemas que fiz versos perdidos
Palavras e rimas inacabadas
Papeis vazios de sentimentos
Sonhos esquecidos de felicidade adiada!
Perdi o teu rumo nas esquinas
Da vida... Fui além de mim
Segui tuas pegadas fui buscar-te muito além
Em minhas entranhas... Estás ali...
Eu já não sei viver sem ti...
Talvez... Eu consiga serenar esta dor
Que me invade a alma de
Momentos que foram tão teus
Guardados no profundo da minha memória.
..


celina vasques

Tua presença...Nada mais!






Caminhando entre a multidão de minha loucura
Os passos largos e aos tropeços nas poças...
No ensurdecedor silencio dos meus pensamentos
E esses corpos com rostos intensos... vivos...
Dentre soluços deliram ávidos
... O tempo... O vento...
e neste momento a peregrinar à procura do meu destino
Quem sabe o sabor de tua presença... Nada mais!

celina vasques

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

No horizonte...sem fim!





Nas aprisionadas luzes de um dia
adormecerei
nesta alva areia à beira mar...
no despontar das ondas...quebrando-se nas pedras

Então irão soltar-se as algemas
deste sonho imerso nas salgadas águas
      deste mar bravio!

              [e voarei]

... viajarei além do horizonte onde os ventos Alísios beijam
os cimos das montanhas desconhecidas...
 Na quietude cúmplice de meus ais
 voejarei... Bem alto... Muito alto!
Alcançarei a plenitude
e farei poemas... Soltarei minhas rimas
 arrancarei suspiros apaixonados de pássaros que passarem por mim...

                       [e irão amar-me]

E nos matizes coloridos desta manhã primaveril
O firmamento e a vida unir-se-ão na cor do anseio
             de meus sonhos e da paixão!

celina vasques

domingo, 4 de agosto de 2013

Mágoas da alma...



O céu chorou lágrimas
Que inundaram o oceano
Um clamor brotou das águas azuis...
Eu bebi cada gota com tanta sede...
Talvez... Afogando as mágoas da alma!


Foram tantas as palavras... Verdades vindas
Do meu coração

Não esperava protestos de dó ou palavras
De amor... Sobre as pedras... Quedei-me
Sou espuma de uma solitária onda
Neste mar de ilusão...


Agora, só me restam apenas sonhos perdidos...
E abatida... Deixei tão só esta tristeza infinda!

celina vasques

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Obrigada Jesus...



Regressei dos meus silêncios...
A agonia escorreu qual garoa e me trouxe a paz
... devolveu-me a chama que suaviza e atenua a dor...
Lembrei a canção de passarinhos
Fantásticas melodias...nas manhãs invernais...que
Explodem em alegrias no alvorecer trazendo a verdade
E a felicidade de ser amada ...Por ti Senhor!
Foram tantas as palavras que falei...como a fé vinda da alma...
Obrigada Jesus!

celina vasques

sábado, 20 de julho de 2013

Sonhos ...meus!





Hoje sinto saudades de sonhos ...que sonhei!
Neste silencio que emana da noite escuto sons imaginários
de versos, de sentires e de lembranças...
De alguém que nem conheci...mas que pensei...que desejei e amei!
Cuja respiração chegou a mim através de linhas..ás vezes de imagens...
e percebia aquela presença ...o perfume que vinha com a brisa...o beijo que eu recebia
E viajava com o vento...fragmentos de alguém
mesmo não estando aqui... aquela alma viçosa, tão minha...
Linda apaixonada e pura...que cria em mim...

...e eu ouvia as palavras de amor e as dizia também...e falava de encantos...
mesmo no silencio de nossos hipotéticos “tocares”

E escutava sinfonias ao longe com a sonoridade sensível e real

...e eu recebia amor...e falava o quanto aqueles momentos eram divinos pra mim...
Mas nossos encontros eram surreais...
Onde eu...me recolhi num fantástico conto de fadas
E vivia intensamente aquela paixão tão louca quanto verdadeira...

E aqui, hoje, ainda neste jardim de ilusões guardo no peito esta saudade
Tão doce...eterna... Minha! que enfeitiçou e me seguirá impregnada para o resto dos dias!


celina Vasques

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Chegaste!







O amor chegou quando eu não mais esperava!
Doce e eu jamais silenciei e o descrevi em versos...
Eu jamais imaginei que a distancia me traria esta dor...
De sonhar apenas alguns sonhos...
E eu quis prendê-lo no vazio de meus dias...

O amor chegou num dia de festas qual um presente...
E logo depois ...cuidei...amei...enfeitei...
Não aprontei o abandono.... Não medi o segredo!

Chegou quando eu não mais esperava...
E o caminho mais perto se fez muito longe
-além mar -
depois se perpetrou mais curto ...no abandono...

Chegou enquanto eu já era peregrina
numa estrada mais dura...
Devolveu-me o sorriso me fez rever o interesse pelas canções
Mais puras....
Nunca mais o amor me ocorreu mais intenso...
E eu continuo desejando-te fatalmente...

celina vasques

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Entre sangue e lágrimas...


Minha alma inquieta murmurosa ...
Minuta uma canção para ser tocada no silencio da vida...
Este sentir é germe mortal... sozinha nas ruas pés descalços ...
vento frio...
sem chão...
mendigando por um céu a cada dia com menos estrelas...
já não tenho nuvens...já não tenho lua...
Na tua permanente ausência
Na doçura de antigos tempos na dor sentida
que se rompam correntes e amarras
que eu solte um grito silencioso e desesperado
que eu flutue nesta paixão imensa ao viver
sonhos imperfeitos...
E, tu, ficarás eternamente nas cruzadas da vida
no eterno...na desordem ilusória...
nas raias do sem fim...
... e saberás que nela vivo e te sigo
Ainda que distante de ti
Entre sangue e lágrimas de rimas e dor...


celina vasques

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Bolhinhas de sabão...




Sentada nas calçadas da minha infância
Nas minhas lembranças encontrei
a saudade

Admirei ao olhar como é frágil
uma bolha de sabão...


Na loucura do pranto e do riso
Amordacei um grito ...
abafei-o 
no profundo do coração


A nostálgica presença do passado
inquieta meu peito...
bebi de um trago a minha solidão
em taça de ilusão...

Eu e o vento somos efeitos de mágicas

recordações de tempos felizes...



celina vasques


terça-feira, 9 de julho de 2013

Partitura...

Amo-te na partitura da brisa em melodias
de solfejantes sustenidos e bemóis...
divinas harmonias que se alastram
entre o leve balançar das árvores e flores...
Daí eu beijo-te em delírio ...acaricio teu corpo lentamente...
Falo-te de paixão... devotado sentimento ao sabor da canção!
E nesta paz...hei de sempre amar-te para sempre e em silencio...
para que o tempo não te arranque de mim!


celina vasques

Manhosando...apenas!



Adormeci serenamente sobre a brisa

Dividi contigo a placidez do meu sorriso

Bebi do teu amor como se fosses uma 


taça de vinho ...

Que me queimava a alma!



Depois ...suspirei palavras de adeus

como se fosses partir... e partiste!




celina vasques

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Meu amor...Poeta!



Dentro do peito mora uma saudade..
Uma espera que no coração habita...
e que jamais se extinguirá...
Dentro de mim há um desejo ardente
A esperança viva deste mundo só nosso...o meu sentir mais verdadeiro
Momentos que foram imortalizados por palavras de amor... beijos e afagos
Quando nossos corpos se entregavam na mais linda poesia...
síntese de minha alma com o eterno transcendente...
ilusão dos meus sonhos e fantasias...inspiração de minhas rimas...e todas as minhas alegrias...
Te amo meu poeta do amor...te amarei para sempre
meu amor... poeta!


celina vasques