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Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )

sábado, 21 de maio de 2016

Versos que não fiz...

Já não tenho a transparência dos versos
Deixo-me perder nas marcas ensurdecedoras da vida...
Já não sei brincar com as palavras...
Cerro os olhos quero escrever um poema pra ti...
- Como antes fazia -
Mas já nem lembro mais do teu rosto!
E me perco procurando silabas na palidez
Das horas onde os sons atravessam
Num dançar de melodias... São pássaros
Cantantes que seduzem e que vivem em mim...
Tento descrever meu sentir na leveza das palavras.
Inventando versos onde vivem meus segredos
Na concisão do tempo e na sofreguidão da alma
Silencio… e abandono-me ao furor da brisa
Tenho uma lágrima que escorre na face...e não escrevi!

celina vasques

sábado, 14 de maio de 2016

Sonhei com o oceano...

Imergi num oceano de ondas gigantes...
Esqueci-me que sabia voar
Senti meu corpo afundar... Num vazio profundo
Clame o mar com seu aroma e sons palpitantes
Parem estes sussurros das ondas bravias que me tragam...
Que me abraçam... E me invadem...

***Mas era apenas um sonho... Quando acordei era um novo dia***
Abri as janelas e olhei o mar a minha frente...
Então sorri ao ver as gaivotas voando...!

celina vasques

terça-feira, 10 de maio de 2016

ESCRITO NO MEU CORAÇÃO...

 
Tenho plantado flores por todos os caminhos que passas...
Tenho escrito poemas pra ti... Por toda a minha vida...
Sou um pássaro desvairado...
Mesmo assim..Eu continuo a admirar-te com o mesmo encanto de sempre...está escrito no meu coração!
Ah! Que poesia infinita é sonhar com teus beijos...
Quando a brisa vem serena... Na manhã que surge...
Acordo apenas para dizer-te que te amo
Com tal suavidade qual os amanheceres nos primeiros raios de sol...!


Celina Vasques

domingo, 1 de maio de 2016

A dor do desamor...


Ah como é um engano esta vida...
Como é amargo solver a ingratidão...
Esmago este dia ...E outros também...
No meu silêncio guardo a dor do teu desamor...
De quem nunca deixará de te amar... E recordo palavras quais punhais em meu peito
No entanto esta poetisa louca vive... Ainda não virou estrela
Mas conto-as todas as noites e as transformo em dia
E choro nas aguas negras do Rio...!


celina vasques