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Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

..Serei tua força..teus versos!



Sussurra meu nome na candura do verso
escreve em minha pele teus emaranhados de ilusões
serei o horizonte para colorir teus dias e nas noites
translucidas de poesia
desnudarei meu corpo para que escrevas teus poemas e
o eco das tuas palavras
Rompa a solidão que anda distante do silencio ruidoso
Dos pássaros nos jardins...


E no limite de teu anseio
Serei tua estirpe... tua força...
A energia do teu corpo... As tuas asas...
Voejarei como se fora uma ave
Agitada e espargida ao vento...
Sou teu verão nas auroras ardentes...


Celina Vasques


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Adormeço sob o vento....



 


Sempre durmo sob o vento
Reparto todas as noites a placidez de um sorriso
clamo pelos sonhos aprisiono tua alma como se fosses a lua
Na rua... Nua... De luz mestiça
suspiro palavras e as lanço neste vento que me embriaga...


A vida me trouxe mágoas... Mas também grandes amores...

Amei o céu, as estrelas... O mar... o nascer e o por do sol...
O arco- Iris... As manhãs de brisas... As arvores... As flores... Os rios...
Os animais... As pessoas...


A calmaria de doces noites... Onde adormeço sob o vento...


celina vasques

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Sinto sede de ti...

A noite aproxima-se hesitante
e eu recordo teu rosto... Teus cabelos grisalhos...
E aqueles inesquecíveis olhos... Sempre brilhantes como
Se as lágrimas estivessem sempre ali...
Sinto sede de ti... Melancolia... Saudades
Esta queixa solta em mim...
Ainda tenho tua imagem na retina... Teu nome nos meus ouvidos
Teu amor tatuado no coração e este vazio na minha alma! 


celina vasques

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

saudade...dos ais e dos gemidos

A saudade
Me envolveu
E ficou a existir em mim,
Saudades do deleite conexo
Saudade dos suspiros
Dos ais e dos gemidos
No silencio do amanhecer
Sofrendo com tua ausência
Do lamento e da loucura,
saudade
Que persiste... Sem ter cura!


celina vasques

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Nadas...

Para alguns a vida é tanta... Mas para outros...
Um amontoado de nadas...
Há sucessivamente o vácuo numa espera gigantesca...
Cintilam devaneios nesta caminhada...

Tenho anseios sem direções..e o vago dos meus passos
À esperança de te ver... No absurdo...
Sem que nunca penses em Nada!

No meu coração a sombra da saudade
vive nas noites o desvario procurando
Por ti sem nunca te encontrar
e entro na alvorada vencida...derrotada

Pelo calor das manhãs... Sem que tenha
Achado a alegria fugidia...sem nada!




celina vasques

domingo, 19 de outubro de 2014

Não existe amor maior...





Há quanto tempo
Venho tentando ser um trovador...
para tocar em tua janela melodias de amor...
Eu te amo eu sei e
Com essa lua
Abrangente e eu enamorada eternamente

cantando
O ardor que há em meu peito e que me invade a alma
  Não há nada além de nós dois aqui... E
Em meus sonhos...Guardar-te-ei no mais profundo de minha alma... 

sempre e para sempre...quais canções infindas...
inspiradas pelo  esplendor do luar!


celina vasques

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Adágio...


E agora o crepúsculo

Envolve intenso meu coração
E eu lembro que não estamos juntos...
Tu vagueias sem rumo e muito longe
O amor é agora uma fantasia do passado

E sonho noites e noites com canções
Aquelas melodias que nos embalava
Em cada beijo, cada emoção,
Mas já faz tempo...
Muito tempo!
As estrelas brilham... Os pássaros cantam...
Mas pra mim só restam sonhos... E o adágio...
Esta força maior dentro de minha alma!




celina vasques

Enlace...

Era mais do que eu jamais poderia ter esperado. Não poderia ter sido mais bonito. Meu coração está tão cheio...de amor!
 

Celina Vasques

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Manhã de chuva...



Nesta manhã a chuva cai violentamente na vidraça de meu quarto...
Estranhamente sinto ao ver as pessoas correndo....
com guarda chuvas abertos...
Sapatos na mão... Uma nostalgia sem fim...
ou talvez uma alegria cinzenta quais os poemas que escrevia.
Naqueles dias de minha adolescência...

E fico aqui serena... E lá longe vejo o mar agitando-se
Com suas ondas batendo violentamente nas pedras...
E tenho vontade de compor partituras de musicas e poemas
Trazendo de dentro de minha alma esta saudade sem fim...
De outros dias assim...

E os pingos de chuva desenham na vidraça... Rostos anônimos
Mas nunca o teu... E eu escuto o murmúrio surdo
Das árvores sendo levadas pelos ventos fortes...

No meu coração este vazio de esperanças...
E eu continuo com a sensação de olhar
Sucessivamente para  a vida!


celina vasques

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Orgasmos...

 
E eu olhava a lua...e pensava em ti
Com saudades de tuas doces palavras...e sentia tuas mãos
acariciando-me...Esta noite senti maravilhosos orgasmos poéticos!


celina vasques

terça-feira, 14 de outubro de 2014

E TE AMO...



E estarei sempre contigo...
És tu a minha saudade ausente...
Tu és meu anjo... Um ser puro...
Muito amado...
O dono de meus dias... E te escuto
na ternura dos versos e das minhas palavras
Vindas da alma... E que
brotam sem ecos...
Na eloquência do silencio
da noite que se derrama em mim...

celina vasques

De ti não encontrei mais nada!


Uma brisa corre rasteira, sussurrante
Medi o alcance do horizonte, para além do amor
Há sempre o vazio numa esperança imensa
Estou cansada dos passos nesta estrada..., 
 E sempre esboçar o perdão...e nunca encontrar nada!

O que seria do azul do Oceano sem o ósculo do céu
e ainda vereis todos os dias o por do sol...
Ele não morre se põe...

Chamejam devaneios neste caminhar
em mim os anseios, guias, quereres ocultados

Na vida, surgiram ao meu embate, mágoas e louvores...
Sufoquei um grito dentro de mim
E em estrondos abrandei a minha dolente alma
eu fui sincera...despi meus anseios e falei pra ti...

Inquiri ao vento quem sou, por que estou sempre aqui?
Respondeu-me que a calmaria e a doce noite
Eram apenas mais um sonho ...um sonho longo talvez...
Tem sonhos que são feitos para torturar...

procurei por ti dentro de mim...
Já era uma ave sem voo... De ti não encontrei mais nada!

celina vasques