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Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Não quero adormecer...




 

Adoro ver-te dormir... Vejo tua respiração
vejo-te sorrindo como se falasse com os anjos...
Enquanto sonhas
eu fico assim por horas a fio neste doce momento
perdida em meus pensamentos...

Não quero adormecer...

Não quero fechar meus olhos
tenho medo que desapareças como as estrelas meu amor...
mesmo que tu estejas em meus mais profundos sonhos...


Não quero adormecer...

Ah! Teu coração batendo forte, e eu penso: 

"O que sonhas meu amor?"
Será que tu me vês em teus devaneios?
Beijo-te... Acaricio teu rosto como se eu fosse à brisa...
E eu só quero ficar contigo... Abraçar-te...
Tu és o sonho mais doce de minha vida...
Agora e para sempre!

Não quero adormecer....

celina vasques

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Lamentos doces...



...horas a fio sentada neste banco de praça...
O pensamento beija minha alma numa anseio que a custo reprimo...
Vejo folhas dançarem ao vento...
Qual tivessem asas...suavemente...
Eu ainda consigo sentir o perfume das flores
nesta minha solidão tão presente...
Escuto canções que são trazidas pela brisa
parecem lamentos doces... E a emoção vai tomando conta
De mim... Meus olhos fitam ao longe o infinito
Que me parece matizado de cores ultravioletas... Neste fim de tarde...
E eu sinto arrepios delirantes de saudades tuas...

celina vasques

terça-feira, 24 de junho de 2014

Não me deixe perder-te!



E eu não posso esperar para te ver de novo...
Não me deixe perder-te... Eu preciso de ti ao meu lado
Porque eu acho que não aguento mais
Ficar tão longe assim 


Teu amor tem um grande poder sobre a minha essência...
Eu amei antes... Estive neste estado de paixão...
Mas a ninguém amei como eu te amo! 


Às vezes penso que estou sonhando... 

Se realmente este
Sentimento forte... Que arde no meu peito é amor!

Amor que eu sempre busquei...
Eu não posso mais esperar... Vem...
Antes que a palidez das marés flua por
Meus pés e mãos... Num dançar de harmônicas
Canções de violentas ondas molhando a minha pele...
Arrancando-me para além mar... 


Deixa-me abraçar-te e soltar
gemidos qual cantar de gaivotas...
Essas que habitam em mim... Inquietas..., sonhadoras...
que desejam o teu corpo junto ao meu...

 Num antro de loucura

Não posso mais esperar... 

Traz-me os versos ternos de palavras
Que só tu sabes escrever...

 Não deixes que o tempo me arranque de ti!


celina vasques

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Isso é amor!

Amo-te por tudo que és e também pelo que sou
Porque estou contigo... Faz tempo!

Amo-te porque tocaste a minha alma e conseguiste
Abraçar as minhas fraquezas e mesmo assim achar-me maravilhosa

 mesmo conhecendo todos os meus defeitos...
e amar-me da mesma maneira que eu... Amo-te!

Esse amor fez com que o esplendor e a luz e toda a beleza
De minha essência fosse vista através de meus versos...
Meus poemas... Pois antes de ti ninguém nunca atingiu 

o mais profundo de minha alma...

celina vasques

sábado, 21 de junho de 2014

Verdes...são teus olhos!






Gostaria de flutuar em teus olhos
Tão verdes como a floresta...
Brilhante e sinuoso qual o Mar...
O verde da fascinação

Quero ser o barco que navega nesses desejados olhos...
Nem sei o que dizer do fascínio que exercem sobre mim...
Por eles... Por esse marulhar das ondas
Perco-me e envolvo-me na suavidade translucida
Desta linguagem falada...

Já purifiquei meu coração tantas vezes
para sarar as íntimas feridas...
Antigas... Porém somente cicatrizes...

Mas... Ainda guardo o puro tempo plantado na minha essência
Sobre o orvalho sereno quão os teus olhos...
E descobri neles versos que se
acenderão em deslumbrantes sentires...

Direi ao mar, soltarei palavras de amor na brisa
e neste dia gritarei...
Teu nome a quatro ventos e entrego-me
ao furor dos abraços
E gemidos deste amor que habita em mim!



celina vasques

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Nada mais....

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A brisa beijou o teu rosto fugindo
Dos ciúmes dos
Ventos Elísios... Que sopram das montanhas
Ao amanhecer nos céus das manhãs primaveris...


... E timidamente
O sol vem para acariciar teu corpo desnudo
Com seus raios longínquos... Deslumbrantes...


Então, as lágrimas de meus olhos...
Deslizam perdidas nas faces desejando ser
A aura que passa no momento
Encantando–te... 


Ah! Como eu queria te encantar... Depois desta noite
Passada nos braços do tempo...que nem vi passar...
Monólogos... Murmúrios... O alvorecer...
Teu olhar silente intenso... Um beijo atirado no ar...
Nada mais!

celina vasques

segunda-feira, 9 de junho de 2014

De um esplendor...meu olhar!


[...]...Corri em lindos dias por entre as arvores da minha vida...
Ouvia o marulhar do mar, até quando dormia...
deixei na areia as minhas pegadas... Sempre...
Nesses dias o meu júbilo era incontido...
À noite pra mim eram estrelas e a lua minhas
Meu olhar não anoitecia... Brilhava... De um esplendor
Que parecia o amanhecer dos meus versos...[...]

celina vasques

Rosas rubras...

 

 

[...]Levo o anseio na cor dos meus olhos
Recheio de palavras,... Minhas lágrimas
e segredos que encontrei nos olhos teus...
e calo-me no meu leito repleto de perfumadas
Rosas rubras... Que o vento trouxe como se fora cruzar
o tempo...e beijo tua boca arrebatadora de ardor...e do meu corpo tremulo
Gotejavam mares de suor... Enquanto te pertencia.....[...]

celina vasques

domingo, 8 de junho de 2014

Plantei sonhos....


...escrevi versos onde o eco das minhas palavras
Tornou-se um grito... Talvez de amor quem saiba de dor?
Sou navegador de silêncios colhido de meus sonhos...
Sou um poema escrito em noites de solidão
Fui escrito num diário onde fui crescendo sozinho
A cada folha em branco preenchendo vida...
O infindo não tem vidraças nem caminhos só
As lembranças de um passado que não regressa
E que aguarda do futuro a esperança de sorrisos...

  Celina Vasques

Pra ti...meu filho Felipe!

Viajei caminhos e te dei versos
minhas lágrimas... Minhas orações...
O melhor dos meus sentires... Chorei
com teus olhos...
ofereci amor, saudade, anseio. Ombros...
Dei-te Colo... acalanto ao adormecer...
Cantei pra ti a musica dos anjos...
e na minha essência estás no espaço mais profundo
Confiei a ti as minhas verdades
Amei teu riso, adorei a tua voz adornada de carinho...
E levitavas em mim como um anjo... E os meus sonhos
Transpunham e misturavam-se aos teus sonhos... Nas
Noites nebulosas...

celina vasques

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Perdem-se as memórias no tempo



Estes momentos tão doces
Amar-te-ei, até que, a alma me doa...tanto
Mas tanto, que preciso gritar para soltar o pranto...

...num dilúvio que pressagia inundar os versos do poeta
Que se perdem... Que adormece que nunca esquece...
Do querer selvagem... Preso no coração...

Sou alma... lágrima... nuvem... mar...
céu azul... noite...estrelas... lua... pensamento ...sou emoção!
Tenho no peito este amor que explode a cada dia...
Meu companheiro de solidão...

Os meus dias sem ti são eternos...
Enquanto as tuas lembranças
Vão-se esfumaçando em minha memória...

...e choro anuviando meus olhos...


Neste misterioso ermo de dúvidas e acaso...

celina vasques

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Amanhã...


.... Se lembrares de meu corpo quando tremia
Em tuas mãos ao afagar-me nas noites de verão...
naquela velha casa de praia...
Ficava às margens de um lugar paradisíaco...
a fogueira acesa... Desenhava uma luz cintilante
de uma chama em tênues acrobacias dominadas pelo vento forte... Sussurrando gemidos silenciosos
- E nós galopando na agitação do amor –
Depois ...Afagavas-me a face
Numa doce carícia de tonalidade azul...inesquecível momento...
Se lembrares de mim amor... Ah! Se lembrares de mim amor!

celina vasques



Na carência de teu nome...


Escuto os passos do tempo na minha varanda
Durmo serenamente e sonho que estou voando nas asas
Do vento...e neste silencio que habita o profundo
Quieto em meu peito este amor ardente...e a brisa
Toma-me e abraça meu corpo nu...carente de ti!

E vejo gaivotas azuis fazendo seus voos solitários
e surgirão ao meu encontro...
Se falassem elas diriam a mim “não deixes morrer a saudade”

São tão belos teus sentires...e a dor de tua alma é
Como cântico de passarinhos quando suspiras e lamentas...


"Ai Meu amor!
Eu resisto na carência de teu nome mas
não sobrevivo na tua ausência e
Quando não me falas de amor...."



Celina vasques 



Escrevo por ti...e pra ti!




 

Abro os braços e te aperto entre eles...
Teus cabelos molhados escorrem gotas de mar...
e meu corpo arrepia...beijo-te idilicamente
lágrimas que lavam qual o mar que me acolhe e me cede seu verde infinito
para que nele eu possa sonhar...com o eterno...o para sempre felizes...
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E sou tudo isso... Todo este amor e sabes o quanto...
Amar-te-ei, até que, a alma me faça sofrer e eu

não mais existir...
Ainda assim vou continuar brilhando pra ti...serei uma estrela
Lá longe neste céu de anil... Nas tardes quentes de verão
E brilharei nas noites de tua paixão...

Insondáveis e profundos sentimentos e que me invadem a alma
Porque me tornei poeta somente para escrever pra ti...
Falar-te deste amor límpido, numa verdade simples...
Do querer incontido... Esse meu sentir que teima em viver
e nunca tem fim!

celina vasques

Eu...quando estou braba!!!


terça-feira, 3 de junho de 2014


"As pessoas dizem que só nos apaixonamos uma vez na vida...Mas não é verdade...todas as vezes que eu olho para você....
me apaixono mais uma vez! "

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Viajam no tempo versos...



...rostos que atravessam isolados em campos da vida
Quantas vezes ficaram a ouvir o cantar de aves no crepúsculo
E meus sentires se transformam em nostalgia...
Esta música prodigiosa... Feliz... me atravessa os tímpanos
Saudade de tempos idos... Em que a ternura e o carinho
Seguiam-me no dia a dia...
Quem sou eu? Para onde vão meus anseios?
Refugio-me no silêncio de minha alma para apenas ouvir
O cantar destes passarinhos!
Na contemplação plácida... Com a alma vazia de sonhos...
não abraçarei mais dores de inconstantes sentires...
e assim fecho os olhos...e em breve instante me torno poeta!


celina vasques