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Eterno é este mar em que tuas lágrimas navegam e a brisa suave que levou de ti a ilusão ...e nesta bruma ocultas teus sentires de mim ... (Celina Vasques )

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Vem...Segura nas minhas mãos...


Partilho contigo a minha serenidade....
Prendo o olhar na fragilidade do teu olhar e
Embriago-me na tua solidão...


Ainda retenho na alma o que trago de ti...
De infindo... do sem fim...do recomeço...
viaja comigo rumo ao nosso destino...
sempre juntos...
Nesta tortuosa viagem da paixão...

Entre mim e o teu coração existe a verdade
De tuas mágoas...tua melancolia e tristeza...
Somente eu as conheço...eu sei da tua alma...
Eu e a brisa somos magicos sopro deste
nosso misterioso amor... 


Vem...Segura nas minhas mãos...

Celina vasques

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Um outro sorriso...



À beira MAR caminho serenamente sentindo

 em meu rosto a brisa...
Hoje, partilho a serenidade de um outro sorriso...

Bebo placidamente cada gota de vinho que me é
Oferecida pela vida... neste cálice que um dia
me envenenou a essencia...
Acendi o fogo de antigas chamas...

....aquietam-se as águas da estação
suspiro palavras e jogo-as no tempo ao vento...
antes inventei um amor...acreditei ser de outras vidas...


Ilusões...
atiro-as ao mar...junto com meus poemas...

canções e lágrimas em noites de luar...

Afoguei minhas mágoas e as deixei morrer ali...

naquelas águas salinas...

Sacudi minha alma ...
Deitei-me na alva areia e adormeci...feliz!...


celina vasques

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Crescente solidão...







Trago o amor reprimido em solidão
- crescente -
Sinto o corpo ceder à dor...
Já mostrei a minha alma ao vento
E calada escuto o murmúrio do passar do tempo...
- Toco as nuvens -
Sento-me nas pedras deste rio...à espera de ti?
E qual prisioneira da lua deixo cair uma lágrima tua...

celina vasques

Lamento mudo...



Trago amarguras, tantas
Minha alma solta um lamento mudo
Prisioneira de ti e deste amor

Enquanto eu escrevia poemas e apreciava o céu estelar...
recordando teus beijos ingênuos e banais...eu

aprisionei as lágrimas nos cantos dos olhos...
deixei abrir as cicatrizes
e o coração sangrar... mas

Tu navegavas num mar de alma nua...
Enganando a lua!

celina vasques

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Transmutação...







Despi-me á frente dos derradeiros versos
palavras e murmúrios sussurantes...que
Inflamaram serenas minhas emoções pungentes
De pássaro me transmutei em mulher
Num rito sepultei meus anseios ardentes...
Preciosos são os reversos de verdade que minha alma lembra

Cheguei do desencontro dos meus mais profundos medos
a memória secou esse mar bravio...
Sem alivio será o resto desta narrativa imperfeita...
Entre mim e o amor nada mais existe apenas dor!


celina vasques

Emoções...









(...)...toquei toadas como se eu fora
Uma rajada de ventos...espalhei notas musicais e poesias
pelo firmamento...
Voei como se eu fora uma gaivota azul...
olhei o mar lá de cima e me apaixonei por suas ondas...
Inventei uma imagem que eu chamei de amor...
vivi ali grandes emoções...(...)

celina vasques

eu!


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Os versos...os meus!






Os versos... os meus...

podes rasgar
Nunca o meu coração que vive a poetar...

Ah! As minhas memórias, todas escritas a
Nankim....e tatuadas na minha essencia...

O verbo que encanta as vezes evoca o amor...
Outras vezes a dor...a angustia... a saudade e a solidão...

Minhas palavras que ardem mudas neste vendaval
De paixões...
Teu... meu... e de tantas almas apaixonadas...

Mesmo contra todos os espinhos...das rosas tão belas...
Quanto traiçoeiras...

E tal como o lamento dos deuses nas madrugadas
Frias...e os meus olhos envoltos em duas lágrimas vadias ...
vou escrevendo poesias...na brandura das saudades!

celina vasques

Teu retrato


Em tuas imagens vejo sempre teu enigmático sorriso...
imagino ouvir de tua boca... Palavras doces...

Nos teus olhos acredito que Deus fez o Mar...
onde eu queria navegar...
E deles parti... Sem nunca cruzar...

Falo da dor que se perdeu... Mas eu acreditava na palavra AMOR...
Deixei-me ficar em frente a este mar desejando
mergulhar sem medo
no marulhar das ondas...
Este alento tinha a força de um vento...



De minha alma silente brota um lamento
os meus sonhos sempre são maiores que meus versos...
Retorno à doçura no romper de novo tempo...

Um dia lembrarás deste medíocre ser
que é apenas contradição e melancolia...

celina vasques

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Nós...o vento forte...e o tempo!


 



Tenho o silêncio preso na minha alma
Neste vácuo indescritível
que é o meu coração que inventa amores fantasiosos

E a minha essência insana cala... Emudece...
trazendo ao meu corpo esta sensação de torpor...

De repente as palavras soltam-se revelando segredos...
Embriagando o ar com juras perpétuas apaixonantes...
Amam-se os corpos...
Na voracidade ávida do tudo
Bocas que se beijam insaciáveis...
Delirantes de paixão nas batidas fortes do coração...

Trêmulos... Nós... O vento forte... Depois a brisa suave
A placidez do mundo
Sem temores... Nem alardes...
Nas sombras... Nossos corpos nus... E o tempo...

Celina Vasques

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

conjugando verbo ter...




  • "...eu te tinha... tu me tinhas...nós nos tínhamos...
    me desprezaste...te desprezei...nós nos desprezamos...
    e assim...acabou o amor..."
    e o que restou? .... solidão...
    pois podem existir mil mulheres...nenhuma há de te amar do jeito que eu te amei...
     
     
     
    celina vasques