sábado, 6 de setembro de 2014

À um trovador...

De repente não consigo te apagar de mim...
Fecho os olhos e te vejo... Leio teus versos
Acho que são todos pra mim...
Penso que pensas em mim... E nem faz tanto tempo assim...
Onde tens vivido?
Sim... Sei... Naquela Estrela que eu sempre via...
Ah sempre brilhaste pra mim... 

Sabes?! 
Eu sempre tinha nos olhos este fulgor
De um destino... Um trovador

Não foge de mim... Ilumina com este esplendor
Os meus sonhos de bardo
cativada...
Embriagada pelas noites perfumadas
Eu sei... O crepúsculo meu amor... 
Mas já não posso viver sem ti!...


CELINA VASQUES

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